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Um abraço para os nossos militares no Afeganistão

por Luís Filipe Coimbra, em 26.12.09

No momento que em Portugal se debate a "liberdade e direitos dos géneros", conviria recordar, nesta quadra festiva, os nossos soldados que lá longe também dão uma ajuda para que o Afeganistão não volte a ser um País governado por uma ultra minoria de fanáticos, inimigos dos Direitos Humanos e até da sua própria história e cultura milenares.

Em Portugal defende-se o direito ao casamento entre mulheres; no Afeganistão, os militares portuguese defendem o direito "mínimo" de, ao menos, as mulheres afegãs poderem aprender a ler e a escrever numa escola, com ou sem burka.

Por isso, eu que sou pela paz, apoio a guerra contra os taliban. Custe-nos o que custar.

Bem hajam camaradas portugueses! Há pessoal por aqui que vos respeita e admira!

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De CORONEL NA RESERVA a 27.12.2009 às 16:04

Sr. Artur de Oliveira, Meu Ilustre Opositor,
O Senhor é um talassa fora do tempo e do modo. Lembre-se do Sidonismo, essa degenerescência republicana que deixou os nossos homens a apodrecerem nas trincheiras da Flandres. É preciso não esquecer a História, meu caro Senhor. O resto são episódios grotescos, dignos do youtube ou de qualquer telenovela da TVI, como esse içar da bandeira dos Braganças na domus da nossa cidade.
Cumprimentos,
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De Nuno a 28.12.2009 às 15:39

Caro Coronel.

Então agora a desgraça de La-Lys é culpa do Sidónio, enfim, é uma opinião.

O que dizer do tenebroso sr. Dr. Afonso Costa, que depois de roubar ao exercito todos os seus oficiais por serem monárquicos logo seus adversários políticos, contra a vontade dos Ingleses, sem dinheiro nem recursos nem estabilidade política, enviou os Portugueses para uma morte certa na grande guerra para com isso armar o seu pseudo-exército com dinheiro dos Ingleses de forma a perpetuar o seu regime de terror da carbonária e da formiga branca em Portugal ?

Foi o terrorismo e a loucura de Afonso Costa que matou milhares na Flandres, quando Sidónio Pais chegou ao poder já estava Portugal enfiado na guerra até ao pescoço, sem oficiais e mal armado; como é óbvio, frente a um exército organizado como era o Alemão, a desgraça foi inevitável !

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