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o mundo está louco.

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.12.09

Um governador indiano foi apanhado na cama com três mulheres. O senhor tem 86 anos. 86 anos e 3 mulheres na cama. Ao invés de romarias ao local do milagre obrigaram o senhor a renunciar.


comentários

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De dói-dói a 28.12.2009 às 15:23

E então ??
Homem velho e mulher nova, filhos até à cova !!
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De Pedro Gomes a 28.12.2009 às 16:12

Lá diz o pobão: "fósforo velho só acende em lixa nova" :)
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De Pedro Cosme a 28.12.2009 às 16:35

Pronto são coisas assim que ainda nos vão permitindo dizer... "Quando eu for grande..."
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De Justiça de Fafe a 28.12.2009 às 16:59

Mais uma vez. Senhor Rodrigo Moita de Deus, faça favor de apresentar as linhas de orientação. pelas quais este blogue se norteia.
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De Luís Serpa a 28.12.2009 às 18:06

Uma das linhas de orientação deste blog é, visivelmente, pô-lo a falar, Justiça de Fafe. E reconheça que tem conseguido.
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De Anti Estalinista a 28.12.2009 às 20:06

Não Diz. Não pode. O Estalinismo chegou à blogosfera.
Não é só aqui que houve saneamentos. No Geneall também insultaram o José Maria Ferreira, que é quem sabe quem foi Cristóvão Colombo, para ele se calar.
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De fúria a 28.12.2009 às 20:14

Isto é uma vergonha de país!
A ponto da polícia bater nos clientes do BPP, que reclamavam o seu dinheiro, para proteger os falsários criminosos, como aconteceu há pouco.
que vergonha. Expulsarem colaboradores dos blogues!
Têm medo é? Medo do quê?
Que digam o que esta corja é, e como enriqueceu, e como traiu o país?
E que os há que nem são filhos do pai, são adoptados?
E que a gente perca a paciencia e lhes vá à cara?
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De Rodrigo Moita de Deus a 28.12.2009 às 20:18

ARMADOS EM NADA

Sempre que nasce um novo projecto de comunicação, no editorial promete-se que aquele vai ser mais um espaço de liberdade no mundo da comunicaçao social, um lugar livre e descomprometido que mantenha um olhar atento e exigente sobre a realidade que o rodeia. Este blog nao é nada disso.

A internet, e a blogosfera em particular, já é o mais parecido que há com a ideia de espaço livre. Aqui é provável que faça mais falta a responsabilidade do que a liberdade, mas nós nao faremos disso um problema. Nao somos libertadores de ninguém, e muito menos polícias. O 31 da Armada nao tem a pretensao de ser um espaço de isençao, de contra-poder democrático ou, menos ainda, de alternativa a "comunicaçao social tradicional".

No 31 da Armada prometemos ser, e seremos, comprometidos. Assumidamente comprometidos. Defenderemos causas, defenderemos amigos - ou nao - e criticaremos adversários. Estaremos de um dos lados em muitos conflitos, estaremos em vários lados noutros. Somos e seremos livres a pensar e absolutamente dependentes das nossas convicçoes a opinar. Nao temos a ambiçao de ser isentos, mas tentaremos ser rigorosos e sérios. Fanaticamente sérios.

E, pelo meio, prometemos ser um lugar agradável aonde ir; como quem vai a esplanada da Graça, a casa de Chá de Matosinhos, jantar a Mora ou passear a Marginal. Queremos ser um sítio onde se vai porque há coisas a ver, conversas a escutar e tempo para pensar.
Como um dia se escreveu numa parede, "this revolution is for display purposes only". Nao vamos mudar o mundo, nem a blogosfera, vamos fazer uma coisa diferente do que se faz, se houver quem goste, óptimo.
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De Anónimo a 28.12.2009 às 22:20

Liberdade, fanáticamente sérios, espaço livre, defenderemos causas, estaremos de um dos lados em muitos conflitos...ena, ena,...comprometidos a sério! Com o quê?

Meu caro!

O título que dá ao seu post «Armados em nada» assenta ao que diz.

Diga-me lá: de que lado está, daquele que chama bestas, pulhas e filhos da puta aos leitores ou do lado do leitor que se defende, que quer ver sua resposta publicada e recebe não só uma alegada moderação como com a renovação dos epítetos?

Aguardo a sua resposta

Educadinha
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De Anónimo a 29.12.2009 às 10:32

Ainda agora fui ler os textos e desculpe lá mas ambos os escribas referem-se aos anónimos que aqui aparecem a insulta-los ou a insultar terceiros. Se vc n é um deles não tem que se ofender, se é um deles então eu até acompanho os escribas.

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De Anónimo a 29.12.2009 às 13:53


Não acompanhe...que corre o risco de ser metido no mesmo saco...Seja prudente.


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De Torquemada a 30.12.2009 às 11:33


Confessa Moita, foste ou não foste o autor dos minaretes de Bornes.
Cuidado, Moita.
Se não confessas, Moita, carrasco
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De Anónimo a 30.12.2009 às 11:47

Qual saco pá? Mas que treta de argumento é esse? Ui que medo.
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De Anónimo a 31.12.2009 às 00:43


Ó pintor de meia tigela, ou comedor de crêpes mal paridos ou simplesmente....comedor de bacalhau da rua....

precisas de um arganel.

Eu cá também estou com muito medo de ti....e gostaria de esfregar-te a borrada na fuinha...

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De Anónimo a 31.12.2009 às 00:47


Precisas de mapa para Benavente ou para o entroncamento...dica: ambas as terras ficam em Portugal.. até de bicicleta lá chegas...ou então, recorre à
estrebaria do Casco Novilho.

Não precisas de gravata...e toma cuidado quando dormires....procura sempre muito bem sob os lençóis...

ok, sempre podes usar a fraldinha e  a protecção da cama...
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De Anónimo a 02.01.2010 às 14:08


De tenho medo de dizer quem sou a 31 de Dezembro de 2009 às 00:28

Havia um idiota de serviço no 31 da armada, o Campilho, que por onde faz passar os seus chispes a inteligência, decência intelectual e sanidade mental ficam seriamente afectadas mas falta dizer que há um outro espécime não menos porcino, o Moita de Deus, cujas idiotices do costume já vêm de longe, mais uma triste figurinha, uma espécie de gorila ou hipopótamo que asperge o que defeca em todas as direcções sempre que aparece fugido do circo. Enfim este 31 está quase uma lástima, safam-se os comentadores de serviço e fora dele, modéstia à parte.
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De Anónimo a 02.01.2010 às 20:07

De CORONEL NA RESERVA a 30 de Dezembro de 2009 às 00:44


Confesso que ao ver este senhor, no outro dia, num vídeo da Sábado, o achei extraordinariamente parecido com um fundamentalista islâmico do Hezbollah. Era um tipo, do qual já não recordo o nome, que me entrava todas as noites em casa, pela televisão, naquela altura da guerra entre Israel e o Líbano. Era um fulano importante no fundamentalismo lá do sítio. Como infelizmente sou surdo (coisas da idade) e tinha o auricular desligado, temi que estivesse a gabar-se de alguma acção terrorista ou coisa ainda pior. Nunca fiando… Afinal, a muito custo, lá entendi que era uma palhaçada sobre o tremor de terra.(!)


Agora vejo este título e fico passado. O fulano anda mesmo a gozar com o pagode! Eu sou um chico artilheiro e muitas vezes somos acusados, nós os militares, de sermos estúpidos e ignorantes. Mas há muito tempo que li “Et nunc manet in te”, do André Gide, e sei que não só a homossexualidade não é doença, como, por não ser doença, não tem cura. Ou acha o senhor fundamentalista que se pode curar a não-doença? É também por não ser doença que não se pode curar a estupidez! E uma grande estupidez, perdoem-me voltar a falar na megera, é insistir neste tipo de títulos, pescados e descontextualizados, neste caso de uma qualquer nota da Ordem dos Médicos.


Bem, boa noite. Vou-me recolher que hoje tenho andado mesmo atacadinho do reumático. E, por Deus, trate o senhor Moita do seu visual. É que assim ainda corre o risco de ser tomado por algum terrorista da próxima vez que entrar num avião.


 

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De Anónimo a 29.12.2009 às 14:01

A resposta tarda em chegar...ou será que a resposta é a que infra aparece em que um anónimo diz que acompanha os escribas...?
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De Torquemada a 30.12.2009 às 14:12



Confessa Moita, foste ou não foste o autor dos minaretes de Bornes.
Cuidado, Moita.
Se não confessas, Moita, carrasco
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De Anónimo a 28.12.2009 às 22:28

Justiça de Fafe,

tenho lido as suas várias interpelações ao RMD....e infra ele responde ao jeito do NADA.

Sem querer ser abelhuda, permita-me contribuir com as doutas palavras de um dos mais ilustres comentadores deste blogue...Um tal Vasco Campilho, que só diz coisas bestiais e só vê bestas à frente. Mas parece que ele fechou a estrebaria como se tira da «A lição do Presépio»

Reproduzirei infra o texto que, qui sait, fará a Justiça de Fafe tirar ilacções.

Com os melhores cumprimentos,

Educadinha
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De Anónimo a 28.12.2009 às 22:30


«Sobre Mim» ----VASCO CAMPILHO


 


«Nasci a 21 de Novembro de 1977 no Porto, pelas 6h30 da manhã. O que faz de mim um Escorpião ascendente Escorpião. Claro que, como todas as mentes esclarecidas que me lêem, nunca liguei nada à astrologia. Mas sempre tive um secreto orgulho em pertencer duplamente ao signo mais temido do Zodíaco.


Diz a minha mãe que enquanto eu não me conseguia deslocar, era um amor de criança, mas que a partir daí nunca mais lhe dei paz. Comecei a gatinhar aos nove meses: foi sol de pouca dura a paz da minha mãe.


Da minha infância recordo os piqueniques no pinhal de Salgueiros, as pratadas de farinha de pau, o Saab 99 do meu pai, a canja de galinha ao domingo em casa dos meus avós em Ermesinde… O passado é mesmo um país estrangeiro.


A leitura foi uma paixão ardente que se manifestou mal cheguei à escola. Paguei-a com a precoce condenação ao estatuto de caixa-de-óculos. A partir daí, foi sempre a descer: mau de bola, muito acne, dentes salientes e separados, boas notas… o cocktail ideal para uma adolescência miserável.


Acabei por não ter direito à tal adolescência miserável que me esperava, porque aos doze anos embarquei à descoberta da Europa. Fiquei-me por uma adolescência deprimente, à sombra das nuvens de Bruxelas. Na Escola Europeia, liceu multi-nacional por excelência, fiz-me razoavelmente poliglota… e ardentemente patriota. O que não me impediu de namorar uma francesa com lenço Hermès ao pescoço.


Ultrapassado o acne e alinhada a dentição, fui em busca de um mundo onde as boas notas e a inépcia desportiva não fossem motivo de ostracismo. Encontrei Paris. Era para passar três anos: fiquei quase dez. Estudei ciências políticas e gestão de empresas; fui consultor, vendedor e professor; vagueei muito, namorei q.b. Bem, nunca se namora q.b.


Recordo a rue Saint-Guillaume, ler o Le Monde no Basile, a longa marcha do RER de Jouy-en-Josas até ao BâtZet pelo meio dos bosques francilianos. A Résidence André de Gouveia, Casa de Portugal para os amigos, e a revolução que por lá fizemos quando os desentendimentos entre a Gulbenkian e o director iam forçando o seu encerramento. Não faltou muito para okuparmos aquilo, mas graças à ponderação da nossa liderança trotskista, foi possível evitar tais extremos.


E o M’s Coffee Lounge, aquele salão colonial très british onde costumava jogar poker de dados aos sábados à tarde de volta de um bule de chá e um crumble de maçã com natas frescas… outro sítio muito bom para o crumble era o Café de la Place em Edgar Quinet, mas aí com um café-crème… por falar no Café de la Place, também lá se comiam bons crepes…


Podia ficar horas nisto, mas a verdade é que voltei a Portugal. Como sempre quisera. Durante alguns anos, cheguei a duvidar que alguma vez regressasse. Acabou por ser Jorge Sampaio a convencer-me: quando dissolveu a Assembleia da República, eu soube que tinha chegado a minha hora. Voltei, bati à porta da São Caetano e apresentei-me ao serviço: enviaram-me para a volta do líder, onde galhardamente fiz campanha lado a lado com algumas dezenas de jotas. Três semanas em que fiz amigos e companheiros para sempre. O PSD perdeu. Eu ganhei muito.


Hoje vivo e trabalho em Lisboa. Recorrentemente me perguntam se eu estava sob a influência de algum alucinógeno quando decidi regressar a Portugal. Vendo bem, ganho menos – muito menos – do que os meus colegas de faculdade, e há menos oferta de cinema. Mas aqui o apartamento é maior, os copos são mais em conta e o clima é mais agradável do que em Paris. A explicação fundamental, no entanto, é outra. Eu sei que nos tempos que correm até parece mal dizer isto, mas é a verdade nua e crua: eu regressei para servir o meu País.


E isso tem-me chegado.»

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De Anónimo a 28.12.2009 às 22:58

Vide infra.

Cumprimentos.
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De Luís Serpa a 28.12.2009 às 18:03

Inveja, caro Rodrigo Moita de Deus. Inveja.
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De Anónimo a 28.12.2009 às 22:22


Inveja e não só...Nem todos são de Benavente, terra do tomate...
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De PDuarte a 28.12.2009 às 18:07

Aguardo por uma reacção da Dona Laura a este post assim ao mais ou menos blasfemo.
De resto, um bom ano para ti e para os teus, Rodrigo.
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De lucklucky a 28.12.2009 às 19:33

Talvez mais uma prova de Arrefecimento Global...
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De Réspublica a 28.12.2009 às 20:04

É incrível como os indianos são tão intolerantes... agora já não pode haver uma relação poligâmica entre adultos capazes e idóneos, mesmo que o senhor governador tenha tão prolifica idade...
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De JB a 28.12.2009 às 21:31

Este indiano, não andava seguramente a chatear permanentemente os eleitores e contribuintes, dado viver sem necesssidade de descarregar as suas fúrias na populaça.
Uma boa solução para o Sócrates.
Mais mulher nova e menos de f... o povo.
JB
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De Anónimo a 28.12.2009 às 22:56

Caro Respublica

Vamos mandar o RMD  a Benavente à apanha do tomate...?
Ou ao Entroncamento...

Que acha?
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De Réspublica a 29.12.2009 às 10:23

Estou a ver que o Moita de Deus ainda vai ter que explicar muito bem o caso Tabosa... é bem feita para não andar armado em censor...
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De Manuel Castelo-Branco a 28.12.2009 às 23:58

O caso não é novo: o finado Dr Puga, pai de Julio Iglesias morreu aos 90 anos deixando viúva de um terço da sua idade com uma criança no ventre. 


Já agora Rodrigo, pq que linhas se orienta este blog que vai buscar exemplos no antigo império, esquecendo o nosso vizinho espanhol
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De Nuno Castelo-Branco a 29.12.2009 às 13:38

Qual  milagre, Rodrigo? E o Viagra, que tal?
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De Anónimo a 29.12.2009 às 13:56


Ó Nuno, atão...o Viagra...dizem...faz mal ao coração...o homem finava-se. Cá para mim, também há um Entroncamento na India e muitos Benaventes por lá....

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