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quanto é que isso dá em robalos?

por Rodrigo Moita de Deus, em 29.12.09

A Ministra Ana Jorge assinou hoje um contrato com 19 hospitais públicos para reduzir o tempo de espera para cirugias de obesidade. O prazo deve reduzir-se para um máximo de 9 meses. O contrato custa quase 10 milhões aos contribuintes. A iniciativa mereceu aplausos. E justificados. É sempre uma boa política quando o Estado tem que subornar funcionários públicos para que façam o seu trabalho a tempo e horas.

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Anónimo a 02.01.2010 às 20:03

De CORONEL NA RESERVA a 30 de Dezembro de 2009 às 00:44


Confesso que ao ver este senhor, no outro dia, num vídeo da Sábado, o achei extraordinariamente parecido com um fundamentalista islâmico do Hezbollah. Era um tipo, do qual já não recordo o nome, que me entrava todas as noites em casa, pela televisão, naquela altura da guerra entre Israel e o Líbano. Era um fulano importante no fundamentalismo lá do sítio. Como infelizmente sou surdo (coisas da idade) e tinha o auricular desligado, temi que estivesse a gabar-se de alguma acção terrorista ou coisa ainda pior. Nunca fiando… Afinal, a muito custo, lá entendi que era uma palhaçada sobre o tremor de terra.(!)


Agora vejo este título e fico passado. O fulano anda mesmo a gozar com o pagode! Eu sou um chico artilheiro e muitas vezes somos acusados, nós os militares, de sermos estúpidos e ignorantes. Mas há muito tempo que li “Et nunc manet in te”, do André Gide, e sei que não só a homossexualidade não é doença, como, por não ser doença, não tem cura. Ou acha o senhor fundamentalista que se pode curar a não-doença? É também por não ser doença que não se pode curar a estupidez! E uma grande estupidez, perdoem-me voltar a falar na megera, é insistir neste tipo de títulos, pescados e descontextualizados, neste caso de uma qualquer nota da Ordem dos Médicos.


Bem, boa noite. Vou-me recolher que hoje tenho andado mesmo atacadinho do reumático. E, por Deus, trate o senhor Moita do seu visual. É que assim ainda corre o risco de ser tomado por algum terrorista da próxima vez que entrar num avião.


 

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