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Tenho para mim que não se colocariam metade destas grandes questões sociais se a Igreja tivesse uma política inteligente de gestão dos seus activos. Tivessem eles, há dois mil anos atras, registado a marca “casamento” e o assunto nunca teria ido à Assembleia da República. Tivessem eles registado o nome “Santo António” e a Câmara Municipal pagaria direitos de autor como outra entidade qualquer. Tivessem eles patenteado o nascimento de Jesus e todos os anos fariam fortunas em Dezembro. Para já não falar no merchandising da coisa. A verdade é que a República, laica, e às vezes socialista, continua a distribuir Ordens de Cristo em barda sem que o Patriarcado receba um tostão em licensing.