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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  

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Sem imagem de perfil

De Anónimo a 19.01.2010 às 20:00


Pseudo – cavalheiro


 


Estulto é aquele que não reconhece a sua estultice e se acha mais sábio que o semelhante ou superior. É, meu caro, comprovadamente o seu caso.


 


Na sua cabeça reinará certamente a arrogância de um leitor de revistas baratas, elitista de feira, que ousa aconselhar aos Blogues quem estes devem ou não manter como comentadores. Arrogância, pois, então, frustração de quem não alcança aquilo de que mais necessidade tem.


Fala o meu caro de polimento? Duvido que saiba o que significa, pois em sede de impropérios, acabou de cometer um.


Eu não pretendo ter piada. Tenho-a, sabe em vários aspectos, o que faz com alguns pseudo – cavalheiros se enraiveçam e de tal forma que faz dó.


Rio, rio. Muito e de si. Continuo a rir-me, porque é tão previsível e tão convencido de coisa nenhuma, que como alguém disse: quer ser nobre, mas nem fidalgo consegue ser.


Um descendente de um qualquer homízio perdido no tempo.


 


Educadinha

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De Anónimo a 19.01.2010 às 20:02


A sua pseudo- inteligência é recebida pela óptica certeira, que de tão óbvia que é não carece de ser apontada.


 


Quanto aos meus dotes, meu caro, comigo ficam, comprovados, contrariamente a alguns que se apresentam como tal e raramente se expressam com jeito, mas põem-se a jeito.


 


Quanto à família Burnay, meu caro, sem dúvida: só recebem senhoras e cavalheiros, não projectos de figuras como a sua. Sabe do que fala, a sério? Pois olhe, já somos dois. Garantidamente os que conheço, riram-se muito agora com esta sua «prosápia»…um cagão armado em fidalgo.


 


Quanto ao alegado palavreado, meu caro…já olhou bem para o seu…?


 


Certamente o que usa com alguma alternadeira, não é? Se ela lhe der atenção.


Continuo a oferecer-me para lhe apresentar uma marquesa a sério…as virtuais…essas…não contam…e já agora alguém que o ajude nessas investidas pela história portuguesa. Que se ri muito, mas «garagalha» mesmo da sua pretensão. Simplesmente um pateta.


 


Melhores cumprimentos,


 


Educadinha


 

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