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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  


comentários

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De Anónimo a 19.01.2010 às 00:13

Caramba, temos AVC pela certa, a moleirinha chocalhou bem com o último abalo.
Ora deixa cá contar as pérolas que faltam ao colar:
"Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante" ...blá blá blá - toing (O banco de trás é incómodo e o telhado ainda pior)
"em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso"  - toing  (olá!)
"ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente" toing (Taliban! hem!)
"O amor é ao Sábado, no IKEA" - toing (Quem não está estivesse!)
"Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor" - toing (apetece-lhe logo transforma-se em calçadeira)

Educadinha, deste-te conta do abalo?
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De Anónimo a 19.01.2010 às 06:57


Depois de mais uma noitada abalo a visitar a mãezinha. Pode ser que fique com ela uma temporada. Adeus.



Educadinha
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De Mariazinha a 19.01.2010 às 07:00

Eduardinha, meu amor!
Leva agasalhos que lá nas serras está frio.
Manda postais queridos.
Beijinhos!
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De Anónimo a 19.01.2010 às 17:11


Ritinha,

Então já descobriste a tua árvore genealógica foi...isso do pai ser pastor...é muito complicado.

Continuas nas Mónicas, é?

Educadinha
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De Ega a 19.01.2010 às 17:17

Esqueça a Ritinha.
Aqui tem quem durante semanas defendeu 4 pessoas permanentemente insultadas por si: o Afonso Neves, o V. Campilho, o Moita de Deus e o H. Burnay.

Usando, a contragosto, os seus métodos. Gostou?
Pessoalmente, nunca quis falar consigo. Para não ser vítima do achincalho a que sujeitou as referidas pessoas.

A Ritinha, desconheço-a em absoluto. Mas é alguém que pensa como eu.

E há mais. Apenas com medo de se sujeitarem.
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De Anónimo a 19.01.2010 às 17:49


Caro Ega,


 


Você entra em contradição permanente. Acredito que seja ( usando o seu expressionismo) o mais falhado dos advogados e não goste de contraditório, pois, convenhamos, não tem queda para a coisa.


Então o Ilustre defende pessoas com mandatos provocativos, ordinários e tudo porquê?


Porque, meu caro amigo, não tem estaleca para nada! Está, por isso, com uma grande dor de cotovelo.


Eu não achincalho, eu critico o que acho que está errado, sendo certo, porém, que não sou a dona da verdade. Nem você. Reagi a um tal Moita de Deus, um tal Vasco Campilho ….aquela da lição do Presépio, é inadmissível, nos meus precisos termos, que reitero.


 


Educadinha

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De Anónimo a 19.01.2010 às 17:50

Quanto ao Sr. Afonso Neves, o assunto foi ultrapassado, e penso que ele percebeu a minha posição.


Henrique Burnay…no seu caso, seria mais cauteloso, porque comentei há dias um dos posts acusando conhecer alguma da família Burnay, que conheço, respeito e frequenta a minha casa.


Estará, por isso, a fazer confusão com outro comentador.


PERCEBA!


Você não gozou comigo, ou será que é tão pateta que não percebeu? Eu é que me diverti com a importância que me deu. Tenho-me rido e rido e rido! Tenho é pena que tenha levado tudo tão a peito. Sabe, se acha que um presépio é um curral, e que as pessoas que comentam são todas bestas, é um privilégio seu…eu penso diferentemente.


Tenho pena, que a importância que me dá, o leve a confessar-se.


E continua a dar-me importância!


 

Educadinha
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De Anónimo a 19.01.2010 às 17:51

Finalmentes,

Já agora diga-me como é que desconhecendo em absoluto uma Ritinha, sabe que ela pensa como o meu Caro?! Caro pseudo cavalheiro…acalme-se, olhe a gota…depois não pode ir à caça…nem com os perdigueiros.


 


Porquê tanta dor de cotovelo? Olhe façamos, assim: processe-me…para eu me rir mais um bocadinho.


 


 


Passe bem…com as suas fantasias…e volte ao Corta – Fitas…estamos todos desejosos de saber mais sobre os seus saudosos tempos de liceu…ui se me visse…Com mais raiva ficava ainda…


 


Educadinha



 
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De Ega a 19.01.2010 às 18:14

Dita Educadinha:

Vamos a ver se nos entendemos.

1. Ao contrário do que V. diz, não é uma senhora bem-educada e irónica.
É supinamente malcriada e não sabe fazer uso senão de um sarcasmo absolutamente corrosivo.
Em suma, é ignorante - confunde ironia com sarcasmo - e não dispõe de meios para se auto-avaliar no que toca a (vamos lá) polimento.

2. Está convencida que tem piada e não tem; que se ri dos outros e não ri; que assusta e não assusta.
Simplesmente incomoda. Como um ruido qualquer.

3. A sua noção da realidade é de tal modo tonta que não consegue destrinçar entre uma troca de comentários entre dois personagens virtuais e as ofensas dirigidas a pessoas reais e com a sua vida bem real. Na família, na profissão, na rua, entre os mais que os conhecem.
O seu alheamento é tal que não soube pensar um segundo que essas pessoas tem - como parece que V. também tem - filhos, Mulher, pais, etc, etc.

4. (Para exemplificar apenas, a sua mente, padecendo não sei de quê levou-a a imaginar como dirigido a si um comentário do Afonso Neves que visava os anónimos que injuriam os outros.
E vai daí, tomada de uma raiva infrene, durante semanas não o deixou em paz. Nem no dia de Natal!).

5. Por tudo, é manifestamente obsessiva. Ainda hoje, o V. Campilho pôs um post e V. caiu-lhe logo em cima, com dichotes, com troça barata, com um mero propósito humilhante.
O Presépio já foi há um mês!

6. E é essencialmente destrutiva. Ninguém a vê com uma ideia, um discurso dialogante. V. não fala - atira pedras. Pode crer - as pessoas evitam-na. À cautela...

7. A sua exuberância também repele. Veja as letras garrafais que sente frequente necessidade de utilizar. Para quê? Que necessidade essa de dar nas vistas?

(cont.)
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De Anónimo a 19.01.2010 às 18:47

A Educadinha anda cheia de força e isso deve-se à palha que tem comido ultimamente, e a quantidade de carrapatos que ela tem atrás das orelhas! Já ninguém trata da Educadinha, nem o ferreiro de serviço.
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De Anónimo a 19.01.2010 às 20:12


Meu caro,

De carrapatos não percebo...mas por certo acabo de encontrar um, não é?

Eu não como nem comi palha, mas vejo que dei muita a comer a uns quantos...vomitam que se fartam.

Educadinha
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De Anónimo a 20.01.2010 às 19:12

Xiu porca, cála-me essa matraca que tás de boca cheia e continua o teu serviço.

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