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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  

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comentários

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De Marquesa de Carabás a 19.01.2010 às 18:58

Será que finalmente podemos voltar a conversar educadamente neste blog?!


Cumprimentos,



Marquesa de Carabás
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De Réspublica a 19.01.2010 às 19:22

Alviceras amiga Marquesa (desculpe aquilo do outro dia), tem toda a razão, mas tenho esperança que ainda vamos ter o blog de outros tempos, sem ordinarices, à excepção de um ou outro post do RMD com mulheres desnudadas...
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De Marquesa de Carabás a 19.01.2010 às 19:47

Senhor Réspublica,

Não tem nada que desculpar amigo Réspublica. Estamos entre amigos e gente de bem.


Cumprimentos,


Marquesa de Carabás
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De Anónimo a 31.01.2010 às 17:18


Tou a ver que sim. Pessoas de bem. Sempre apreciei o olho cego da Marquesa. Não vê um bezerro à frente. Senão já tinha dado pelo Edgarzinho.

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