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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Anónimo a 20.01.2010 às 14:52


Continuação

O Jorge Ega bem que tentou «correr« comigo do Corta – Fitas…mas deram-lhe a importância merecida. E veio embora, de volta para o 31 da Armada, tout à fait, désolé. Parece que ele só gosta de marquesas virtuais…


 


Quanto aos «fergueses» por ele enunciados ( ai respublica, que você já contagiou todos) comentadores que ele traveste sob o cunho ordinário que demonstrou, pois até usou o meu nick…eu só tenho a dizer o seguinte: quando vou à praia ponho biquíni e quando chego a casa tomo banho; quando me aparecem labregos pela frente armados em «caKadores» de sentenças, como o Ega e seus espectros denunciados, nem preciso de escafandro… inspiro-me em Talião…


Mas se V. Exªs quiserem pacientemente fazer a vontade ao alegado causídico que odeia contraditórios – ai que ele é socretino, que só quer ver realizada a vontade dele…malvada da democracia ditadora – façam um backward e verão onde reside afinal o verdadeiro impropério.


 


Educadinha

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