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Confesso que fiquei chocado com a entrevista de José Galamba, advogado dos terrorista da ETA ao jornal i 

 

Além da total vacuidade e banalidade do conteúdo e após tripla insistência do entrevistador, José Galamba dá-nos uma resposta que secundariza e desdramatiza o drama o sofrimento e a violência exercida sobre as vitimas da ETA. E mais, por vezes essa violência tem justificação.

 

Simpatiza com as vítimas da ETA ou não?

Claro, é evidente. Em princípio. Não quer dizer que não possa conceber que haja, às vezes, casos em que possa ser necessária a violência, violência legítima. Resistência à invasão espanhola.

 

Vale a pena recordar ao Sr. José Galamba que até hoje, a ETA assassinou mais de 6000 vitimas inocentes. 6000 pessoas que ficaram sem pai, sem marido, sem irmão, sem filhos.

 

Vitimas inocentes, gratuitas cujo único pecado foi estarem no local errado na hora errada ou terem desempenhado com profissionalismo e sentido de dever a função para a qual foram nomeados, 

 

Lamentável e desprezível esta posição. Fraco homem este.

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Gomes a 19.01.2010 às 19:38


Se calhar é por isso que o separatismo basco é mais conhecido internacionalmente que o galego, já a ideia de Países Catalães tem vindo a crescer de popularidade por ser uma nação muito maior que o País Basco como nação. Independentemente da situação posso dizer apenas que sou contra a forma de agir da ETA mas a favor do seu objectivo último, a independência, tal como a dos Países Catalães. E em relação à Galiza, apoio a sua unificação com Portugal. Um Bem Haja
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De Réspublica a 19.01.2010 às 20:03

De facto à uma tendência na Catalunha para a independência muito maioritária, na Galiza está uma situação mais equilibrada, em particular há uma concepção de identidade nacional galega como parte de Portugal, como disse, mas no País Basco (antiga Navarra) a situação é mais complicada pela acção da ETA, não há sequer uma liberdade para os bascos dizerem que são a favor da união com Espanha, sob medo de represálias.
Independentemente do direito de qualquer povo à sua autodeterminação, mas essa deve ser sempre pacífica, nem que seja feita plena simples declaração unilateral de independência.
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De Anónimo a 20.01.2010 às 21:25

Sim, «á» uma tendência. Não há conteúdo sério do respublica.

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