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Quod erat demonstrandum

por Francisco Mendes da Silva, em 14.02.10

A disfunção orgânica da reacção do PS e das suas "figuras gradas" (fui-me habituando, ex officio, a citar Vital Moreira) permite suspeitar que, desta, Sócrates não se safa - ainda que a conformação cósmica dos interesses em jogo na política portuguesa impeça que a queda se não precipite de imediato. Veja-se o exemplo de Henrique Granadeiro, que - por exemplo - o Pedro Adão e Silva achou ser o Oliver North do Primeiro Ministro. Poderia ser uma posição já suficientemente indigna, a do idiota útil que arca com as responsabilidades em nome da salvação de interesses superiores. O pior é que, aparentemente, essa indignidade eventual nem se compara com os incómodos que poderiam resultar para o Presidente da PT do facto de o acharmos envolvido nas trambiquices da rapaziada da administração e do Governo. E portanto, em vez da figura de lone ranger malvado, preferiu saltar já do combóio desgovernado e chamar-se a si próprio de "corno". Vem nos livros que nenhum homem o admite de ânimo leve, pelo que se demonstra que, tal como Granadeiro a percebe, a realidade é suficientemente evidente e suficientemente grave. E, se Granadeiro o reconhece, quod erat demonstrandum


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Frederico de Anselmo Gropht a 14.02.2010 às 03:07

E já se sabe que um corno, depois de descobrir-se, procura pegar de caras todos os 'forcados' que se lhe aparecerem pela frente...

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