Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Heróis do Mar, Nobre candidato

por Paulo Pinto Mascarenhas, em 20.02.10

A ENTRADA de Fernando Nobre na corrida das presidenciais baralha o jogo das esquerdas. É um sinal de divisão no interior do Partido Socialista que ajuda a transformar a recandidatura de Cavaco Silva num passeio até Belém. O médico que dirige a AMI apresenta-se como independente, mas ninguém ignora a mão invisível de Mário Soares. O patriarca do socialismo democrático lembra ao adversário Manuel Alegre que a vingança se serve gelada na política, quatro anos depois da “traição” do poeta nas eleições de 2006.

 

Hoje no i


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

Sem imagem de perfil

De João de Lagoa a 20.02.2010 às 15:30

Parece que na Política como no Futebol, para alguém jogar pela selecção tem de ser jogador primeiro num clube que esteja a disputar o campeonato, seja o Futebol Clube de Esquerda, o Clube Futebol de Direita, o Centro Clube de Futebol ou o Independente Futebol Clube que seja filial de um dos três primeiros!...Parece que o Nobre diz que joga, mas não convence ninguém, no Desportivo da Cidadania Independente, que é filial dos 3 grandes clubes de futebol da política portuguesa, o da Esquerda, o da Direita e do Centro!... Image
Sem imagem de perfil

De SAÚDE E FRATERNIDADE a 20.02.2010 às 19:05

Às armas cidadãos!

Os talassas encapotados conspiram.
Fernado Nobre! É um nobre!
(Quer dizer, o cidadão Mário também é: Nobre Lopes Soares).
Mas a República resistirá à perfidia dos nomes!
Viva a República!


SAÚDE E FRATERNIDADE!
Sem imagem de perfil

De editor69 a 20.02.2010 às 21:45

Ahahahahahahaha...és ridículo!
Sem imagem de perfil

De SAÚDE E FRATERNIDADE a 20.02.2010 às 22:07

Patriotas:

O Editor/69 é talassa.
Às armas!

É de arrasar com o jornal dele.
Reaccionário!
Proibido!
A democracia só serve os republicanos. Viva a Formiga Branca!

(Ó rapaziada, peguem lume ao jornal dele...)


SAÚDE E FRATERNIDADE!
Sem imagem de perfil

De Monarquico Lusitano a 21.02.2010 às 16:57

O cidadão Fernando Nobre é, felizmente, um candidato independente dos partidos e com provas dadas, o que não acontece com a generalidade dos politicozecos, que vêm na função mais uma oportunidade de arrecadar um cobres.

Infelizmente as reacções à sua candidatura foram negativas e ingratas. Nuns casos porque certos partidos já tinham apresentado, precocemente, o seu apoio a Manuel Alegre e que agora se arriscam a dar uns quantos tiros nos pés se resolverem apoiar Fernando Nobre.
Imagem de perfil

De José Manuel Faria a 20.02.2010 às 19:05

Precisamente ao contrário. O maior nº de candidaturas à esquerda faz aumentar o nº de votos nas mesmas e combate o abstencionismo.
Imagine-se em 2006 Cavaco/Alegre ou Cavaco/Soares. O 1º vencia por 65/35 no mínimo!
Imagem de perfil

De Daniel João Santos a 20.02.2010 às 20:35


uma piada fácil:


Para satisfação de muitos, mesmo muitos, Portugal poderá vir a ter um Nobre como presidente. Um pequeno passo para a reimplantação da monarquia. 
Sem imagem de perfil

De Carlos Sousa a 21.02.2010 às 11:58

pare de promover o i à força. Credo...
Sem imagem de perfil

De Carlos Sousa a 21.02.2010 às 14:14

Penintencio-me por dizer estes disparates...
Sem imagem de perfil

De Carlos Sousa a 21.02.2010 às 14:15

Só gosto de quem promova o DN. Sou idiota.
Sem imagem de perfil

De Pinto a 21.02.2010 às 12:47

"Talvez seja um sintoma do curioso estado a que o País chegou, mas além de cumprirem os preceitos constitucionais (idade, nacionalidade, etc.), até ver todos os candidatos confirmados às próximas "presidenciais" convergem num critério: são apreciadores de "Che" Guevara.
Manuel Alegre manifestou a reverência através de um longo poema que ocupa um livrinho de 40 páginas (aliás bem bonito: "De todos os guerrilheiros / ele é o único insepulto / nem sequer se sabe se ressuscitou / ao terceiro dia / Não está em parte nenhuma / o que significa que pode estar em toda a parte"). Fernando Nobre escolheu o elogio em prosa, e declara sentir "certa admiração" pelo seu "colega de profissão", cujo fascinante exemplo o inspira a acreditar que "muitas vezes isto só se resolve com metralhadora" (entrevista à Notícias Magazine, 21 de Setembro de 2008).
Diga-se que Ernesto Guevara não é o único psicopata que entusiasma o dr. Nobre, que noutras ocasiões confessou prezar bastante o Hezbollah, agremiação composta por, cito, "gente qualificada, professores universitários, muitos médicos". Por este andar, é possível que o dr. Nobre acabe a gostar do velho Mengele. O dr. Nobre apenas não gosta de Israel, dos Estados Unidos e, vá lá, do Ocidente em geral, que responsabiliza por cada mal da Terra, incluindo o de oprimir o Islão e o de excitar o respectivo fundamentalismo, que estava tão sossegadinho, coitado. O mundo restante é um paraíso onde as chatices se resolvem a tiro e onde não prosperam aberrações como democracias, partidos e as "politiquices" (sic) de que o dr. Nobre, do alto das autoproclamadas "multiculturalidade" e "mundivivência" (?), garante fugir.
Não fugiu o suficiente. Só nos últimos anos o dr. Nobre apoiou activamente políticos de três partidos diferentes e agora concorre a uma eleição democrática, consta que a pedido de Mário Soares para irritar Alegre. O discurso de apresentação, naturalmente populista e assustador, foi uma demorada elegia a Portugal e, o que não espanta em quem prefere a acção à teoria, um atentado de metralhadora em riste contra a língua portuguesa. Do que consegui decifrar, ouvi o santo fundador da AMI prometer que a candidatura "não será inútil". O prof. Cavaco concorda. Se o dr. Nobre não existisse, não teria de ser inventado."


Alberto Gonçalves, hoje, no DN

Comentar post