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os barões assinalados

por Carlos Nunes Lopes, em 21.03.10

O abraço de Morais Sarmento a Paulo Rangel, ontem à noite.

Mais ou menos à hora em que o Presidente do Conselho de Jurisdição notificava a candidatura de José Pedro Aguiar-Branco sobre um número indeterminado de assinaturas anuladas.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Óscar Antunes a 21.03.2010 às 22:57

Em http://aguiarbranco2010.com/ está escrito, desde o dia de lançamento do site.  

Faça download do Termo de Subscrição (http://aguiarbranco2010.com/media/termo_de_subscricao.pdf), subscreva a candidatura, digitalize o documento e envie para:

candidatura@aguiarbranco2010.com (mailto:candidatura@aguiarbranco2010.com)

Em alternativa, pode enviar o original para:
José Pedro Aguiar-Branco
Rua de Ceuta, n.º 34, 2.º A, Sala 2 | Vitória
4050-189 Porto



Este método foi autorizado por escrito pela Sede Nacional e é perfeitamente lógico nos dias de hoje. O que não é lógico é o Pres CJN, pelos vistos a pedido da candidatura de Rangel, usar agora este pretexto inusitado para tentar impedir a candidatura de JPAB. Rangel e os seus apoiantes não olham a meios. Se porventura esta inacreditável manobra de secretaria eleminasse a candidatura de JPAB, o meu voto iria direitinho para Passos Coelho. Há limites para tudo!

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De José das Fontes a 22.03.2010 às 02:08


Era uma vez um Partido que tinha dois Presidentes de Câmara que se odiavam e se olhavam diariamente com rancor das duas margens do rio que os separava. Tinham sido eleitos no mesmo dia e estavam, por força legal, no seu último mandato. Um deles aspirava que lhe sucedesse um associado de negócios e amigo de longa data, entretanto envolvido numa campanha para a liderança do partido que teoricamente os devia unir, enquanto o outro, frustrada a aventura da chefia desse mesmo partido, sonhava com o dia em que, finalmente, chegaria à Presidência da almejada capital regional.
Como em todas as histórias, há sempre um idiota útil, que se julga superior mas vai sendo corroído pela ingenuidade. Como diz a tradição popular, “com papas e bolos, se enganam os tolos”. E eis que nessa campanha nacional as coisas se complicam. As chances do amigo são inexistentes, mas faz muito jeito a terceiros. É preciso mantê-lo teoricamente na corrida para desgastar e prejudicar o candidato odiado por todo este grupo. Daí há que oferecer algo. Que pareça legítimo, plausível. Então lembram-se que o tal amigo gostaria que ele fosse o seu sucessor, e este é um prémio bem apetecível. Mas é óbvio que este sabe do sonho antigo do adversário de sempre. Para parecer sério, diz-se que o putativo candidato à liderança do partido deles que todos apoiam terá prometido a este último a Presidência do Parlamento lá do País deles.
É claro que são tudo figuras fictícias. E ao ler isto não percebeu nada! Mas os actores desta história perceberam tudo. Há outros que não comem bolos. E riem-se de tudo isto...

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