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A dívida é como o álcool,  em quantidades moderadas faz bem à saúde e até nos anima o espírito. Em grandes quantidades mata! Vale a pena recordar que a economia mundial tem uma grande experiência neste tipo de alcoolismo global. No caso do Reino Unido entre 1918 e 1932 o nível de dívida publica passou de 121% do PIB para 191% do PIB. Nos anos que se sucederam à segunda guerra mundial níveis de dívida pública acima dos 100% eram muito comuns na Europa.  A questão dos mercados é acreditarem ou não se vamos ser capazes de pagar aquilo que lhes devemos. A nossa questão é quantos anos levaremos para amortizar este volume de dívida para níveis sustentáveis.  No caso do Reino Unido só em 1960 é que o nível da dívida voltou para os valores de 1918. No caso português ao problema da dívida pública, que se vai acumulando ano após ano através dos nossos consequentes défices, junta-se o problema da dívida externa (111.5% do PIB em 2009) que se vai acumulando ano após ano através do nosso desequilíbrio entre exportações e importações. No caso da dívida externa resta-nos o caminho da competitividade, que se resume a uma relação mais equilibrada entre o nosso custo de trabalho e a nossa produtividade. No caso da dívida pública e segundo as conclusões do Bank for International Settlements,  se Portugal quisesse voltar aos níveis de dívida pública  de 2007 (63.6% do PIB directa vs. 89% do PIB indirecta) teria que apresentar um superavit primário das contas públicas (antes de juros) de 6% ao ano durante 5 anos ou de 3% ao ano durante 10 anos. Alguém acredita que estes cenários são possíveis no curto ou mesmo no médio prazo? Eu tenho muitas dúvidas e por isso só nos resta (a nós e a outros) o possível caminho da reestruturação da dívida. Ou seja, ir falar com os nossos credores e dizer-lhes que dos 100 que nos emprestaram já só vão receber 70 ou 80. Este é um caminho árduo e complicado, a tal parede que tanto se fala, mas que nos permitiria começar de novo. A austeridade é necessária e urgente, mas se mantivermos os níveis actuais de dívida, dificilmente conseguiremos crescer a níveis aceitáveis … e se não crescermos morremos.

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De Alexandre Kulcinskaia a 26.05.2010 às 16:06

A ideia é válida mas vivemos uma epóca de crise mundial pelo que nao acredito que existam credores que, neste momento, abram mão de 30 ou até 20% de uma divida.
Caminhamos a passos largos para o abismo.
_______________________________
http://kulcinskaia.blogs.sapo.pt/
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De sasha a 27.07.2017 às 10:40

Está ajoelhando-se? E eles pedir-lhe dinheiro antes de dar ??
NO, com a gente, você não pagar antes de receber o seu empréstimo
Na preocupação de aplicação da lei e satisfação do cliente, nós avançamos os custos necessários e
você nos paga uma vez que o montante total do seu pedido de recibo
Você teve uma possibilidade de empréstimo entre € 5.000 e € 5.000.000, com uma baixa taxa de 2% ao longo de um período de 1 a 30 anos

NOTA: Nenhuma acusação, notário, etc. deve ser pago antes de começar seu total de empréstimos

NOSSA SÉRIO FAZ A DIFERENÇA
Email: Expressfinance02@gmail.com
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De sasha a 27.07.2017 às 15:44

Está ajoelhando-se? E eles pedir-lhe dinheiro antes de dar ??
NO, com a gente, você não pagar antes de receber o seu empréstimo
Na preocupação de aplicação da lei e satisfação do cliente, nós avançamos os custos necessários e
você nos paga uma vez que o montante total do seu pedido de recibo
Você teve uma possibilidade de empréstimo entre € 5.000 e € 5.000.000, com uma baixa taxa de 2% ao longo de um período de 1 a 30 anos

NOTA: Nenhuma acusação, notário, etc. deve ser pago antes de começar seu total de empréstimos

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