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Com Israel, novamente

por Lucius, em 31.05.10

Lamento as mortes, mas estou de novo com Israel. As provocações têm de ser impedidas, sobretudo se mascaradas de ajuda humanitária, desvirtuando o sentido de "ajuda" e de "humanitário", mais um lamentável caso de activismo revolucionário. E ainda uma palavra, agora sobre a Turquia: passo a passo, este governo turco leva o país para mais longe de nós. Primeiro com o retorno do islamismo extremo, depois com o apoio a causas extremistas como este à flotilha, um dia destes caem fora da NATO. Problema deles - eu não volto a Istambul e já ofereci ajuda aos meus amigos que por ali vivem. O Diabo está a tecê-las.


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De Sérgio Tavares a 31.05.2010 às 23:24

Do ponto de vista estratégico, as acções de Israel foram um erro colossal - e um que eles próprios deveriam reconhecer.
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De jal a 01.06.2010 às 00:14

«As provocações têm de ser impedidas, sobretudo se mascaradas de ajuda humanitária...», brilhante.
O direito internacional, o direito à autodeterminação e independência dos povos, nada dizem ao autor do post.
O facto de o bloqueio a Gaza constituir uma flagrante violação das normas internacionais, constituindo um acto criminoso com consequências desastrosas nada diz ao SHC.
Aliás, quem fizer frente a estes senhores, está a provocar e, portanto, a pedir o devido castigo.
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De Euroliberal a 01.06.2010 às 00:41


  1. Os barcos NÃO levavam armas. Ponto. Mas mesmo que levassem isso seria COMPLETMENTE LEGAL, porque é justo uma tripulaçãomesmo civil defender-se de terroristas no alto mar.

  2. E também o seria se fossem destinadas a Gaza, porque segundo o direito internacional a luta armada contra o ocupante é o único caso de guerra legítima (jurisprudência Nuremberga, não reconhecida pela cãozoada neoconeira). Logo levar armas para as resistência seria legal. Os aliados não fizeram outra coisa durante a II Guerra. Armas para De Gaulle, armas para os russos, para Tito, etc.

  3. O que é crime de guerra e contra a humanidade são o apartheid, as limpezas étnicas, os massacres da maioria não judaica, o campo de concentração de Gaza (o maior da história), a pirataria, a agressão de todos os vizinhos que os criminosos sionistas cometeram desde a Nakba e que estes bandalhos neoconeiros como o agente da Mossad JMF vêm aqui justificar e banalizar.

  4. Atenção, porque a simples defesa pública de crimes contra a humanidade como os citados pode ser severamente punida. Ver o que aconteceu a Brasillach em 1944…



A ocupação e uma rua de Lisboa pelos terroristas amigos de JMF (o ninho de espiões e terroristas assassinos de crianças, conhecido por “embaixada de israel”) é intolerável.
Esses porcos nazis fazem de uma parte de Lisboa uma Gaza. Se não fosse um roto a mandar em Portugal, o coio de nazis seria imediatamente encerrado e os seus ocupantes enviados para Teerão para julgamento exemplar (Haia não tem pena de morte…)


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De Euroliberal a 01.06.2010 às 00:47


Parece que não há juristas por aqui: se a agressão israelita é ilegal (não há dúvidas), a reacção violenta e heróica dos tripulantes ilegalmente abordados é legal E nenhum era pacifista ou hippie: defendem o direito da resistência a golpear os ocupantes até à completa vitória final. São activistas prontos a morrer pela causa e provaram-no.
Só decadentes ocidentais amolecidos pela passa e pelo flower power podiam presumir que os activistas iam receber os terroristas com flores e gritinhos de “Make love not war”… Os mártires do Mármara mostraram como HOMENS se devem comportar perante porcos nazis e, francamente, são deploráveis certos comentários pretensamente “bem-pensantes” que por aqui se ouvem. Gritem “Morte aos nazi-sionistas” ou calem-se.
Os mártires serão vingados com o sangue de muitos porcos nazi-sionistas….
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De manhozo a 01.06.2010 às 23:20

"... Gritem “Morte aos nazi-sionistas” ou calem-se. ...."
Já agora inclua-se o Euroliberal também.
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De manhozo a 01.06.2010 às 23:33

Ah!  Esqueci-me e dizer que em: "... Gritem “Morte aos nazi-sionistas” ou calem-se. ...."  se deve incluir o Euroliberal . Assim a paz será finalmente alcançada!.
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De Nuno Fonseca a 01.06.2010 às 02:55

E os colonatos????
Construir em territórios dos outros?????
Pensem abertamente, varrer do mapa não digo mas voltar as fronteiras originais era a solução. Um dia os espanhóis invadem Portugal com o mesmo argumento de Israel "precisamos de espaço para novas piscinas"

Cumprimentos
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De Pedro a 01.06.2010 às 10:28

 O SHC tem toda a razão. É sabido que aquele barco ia cheio de terroristas e amigos dos terroristas que levavam para Gaza navalhas e paus. É com acções assim extremistas que a Turquia, que financiaou concerteza a compra deste armamento, quer o respeito das pessoas de bem? Bandalhos!
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De lg a 01.06.2010 às 11:45

Metes nojo.
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De Réspublica a 01.06.2010 às 13:35

Israel, Israel, Israel.
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De Euroliberal a 01.06.2010 às 14:59

Pequena lição de História do Médio Oriente para ignorantes nazi-sionistas e neo-coneiros…

Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…

Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longínquo: são semitas, mas magrebis e não palestinianos ou médio orientais (vieram com os árabes para a península em 711 com Tarik, ele próprio ex-judeu convertido ao islão após a conquista árabe do Magrebe, onde antes havia um reino berbere judeu).

Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.

Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…

Ver, v.g., a obra de Arthur Koestler, judeu askenazin, “a 13ª Tribo” onde tudo está explicado…


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De Manhozo a 01.06.2010 às 23:28

Pensava-e por aí que a Palestina, só existia  desde que um tal imperador de nome "Armando" resolveu renomear toda aquela região. Lembro-lhe por exemplo a Aelia Capitolina. e já agora só para ignorante saber, tudo isto foi antes dessa sua grande referência a Cristo, que só era conhecido entre os locais. Não fora Constantino, por motivos políticos, e Cristo nem seria referência alguma.
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De Anónimo a 02.06.2010 às 13:42

Tem a história do corredor -Palestina- para si no outro post

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