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Que reacção tão bonita e bairrista. Mas desnecessária. O textinho não era um apontar de dedo aos médicos. Até porque não são os médicos que fazem políticas de saúde. Ou são?
E com um bocadinho menos de corporativismo talvez consigamos fazer uma
É que o meu textinho só peca por generoso defeito. Aos seis anos do curso temos, de facto, de somar mais três anos (que podem chegar até seis, certo?) Três anos que não são de “serviço público obrigatório”, como o simpático leitor reclamava, mas de formação obrigatória. Certo? Ou seja, o estado investe umas centenas de milhares de euros e nove anos (pelo menos nove, certo?) para formar um médico que não pode ser deslocalizado e que pode optar pelo sector privado.
Esta é uma opção irracional. Simplesmente irracional. Tanto mais que o Estado continua a reclamar para si o exclusivo da formação de médicos. Não o fizesse e não estaríamos a trocar estas cartas de amor (o que seria uma pena).