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"Grande Concurso de Insultos do 31 da Armada"

por Afonso Azevedo Neves, em 03.08.10

Caros leitores e detractores do 31 da Armada, rematados analfabetos
disfuncionais e pessoas em geral.
Durante todo o mês de Agosto vai decorrer o "Grande Concurso de Insultos do
31 da Armada".

Trata-se de um momento único onde todos vós, caríssimas
alimárias, sereis encorajados a recorrer à ulcera histérica que faz as vezes
de cérebro. As regras são um conjunto de coisas que podeis ou não podeis
fazer e que foram inventadas por nós - são simples e são as que se seguem:

1- Os insultos serão publicados nas caixas de comentários do 31 da Armada;

2- Podem publicar os insultos no vosso blogue se quiserem mas nós não os
lemos;

3- O Concurso é dirigido a amadores;

4- O Nogueira Leite, o Nunes Vicente, o João Gonçalves e o Rogério da Costa
não sei das quantas não podem entrar no Concurso;*

5- Os participantes deste Concurso não serão alvo de qualquer
queixa-crime com excepção do último classificado;

6- Os insultos serão avaliados pelo Grande Júri do 31 da Armada;

Prémios e outras tretas

O vencedor deste magnífico concurso será recompensado com um conjunto
completo de t-shirts do 31 da Armada e a remota possibilidade de um dia ser
convidado para um jantar com os membros do 31 da Armada.

Os 3 melhores insultos serão publicados no blogue em Setembro e enfiados no
meio dos outros posts para não se dar por ela.

O segundo e terceiro classificado não terão direito a mais nada.

Os restantes serão ignorados olimpicamente.

O último levará com uma acção e respectivo pedido de indemnização cível para
aprender a insultar com modos.

 

* Os Abrantes podem mas só aceitamos 3 participações em nome do Miguel
Abrantes, 2 do João não sei quê e nenhuma do tal Afonso que esse gajo nunca
escreveu nada.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Anjo da Noite a 03.08.2010 às 17:26

Avulsadamente e do alto da minha superioridade intelectual, permito-me em jeito de esmola a valorizar as pobres almas fortemente etilizadas que vão juntando as letras neste espaço numa tentativa primária de escrita, como forma de descarregar as frustrações exibidas sob a forma  de marfim  que ostentam nas suas já pesadas e pequenas cabeças, prenda a qual foi gentilmente oferecida pelas vossas mulheres com a ajuda de uns quantos.

Aos mamíferos de três nomes que pululam neste espaço, que aos seus pais mais valia terem tido a peregrina ideia de com a matéria com que os criaram se dedicarem a fazer queijo da serra, desejo que à noitinha, quando se deitarem, quando encontrarem o seu lado da cama ainda quentinho, que passem os cascos pelas protuberâncias que exibem no alto das suas microcéfalas cabeças, e que reflitam no desgosto que deram aos progenitores com a sua miserável existência.

Proponho ainda que em lugar de Armada, substituam o nome da latrina por "31 da Armação", eu cá vou continuando as minha visitas ao domícílio que para que às vossas destintas esposas não lhes vá faltando nada.

A elas, o meu grande comprimento !
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De AG a 30.08.2010 às 06:48

está fish :) pelo menos.... entre ordinarices e plágios, este destaca-se.
Acho que os administradores deveriam explicar a malta que frequenta este quintal que insulto não será bem... propriamente asneiras. Assim... deste modo.. só dá para ter uma ideia geral do nível de pessoas que Vos visita e que ri alarvemente com o que dizem (os próprios e... vá la, quando Vos percebam, conVosco.)

mas ler dez paginas disto... desisto. Fico já por aqui e não vou mais longe.
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De Belzebu Catita a 03.08.2010 às 18:38

Isto é pior que um concerto do Toni Carreira.
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De andre a 03.08.2010 às 19:27

Viva  à monarquia e ao cheiro a mofo.
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De Allgarve a 03.08.2010 às 19:43

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<P class=incorrect name="incorrect" <a>Voçes</A> querem é o poleiro como todos os politicos e agora veem para aqui dar tanga.</P>
São um bando de chulos da sociedade.
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De Allgarve a 03.08.2010 às 19:44

mas que raio de comentario é que saiu...
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De Insultador-mór a 03.08.2010 às 20:50

Vão mas é levar na peida, que é disso que gostam, seus talassas de merda!
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De Anjo da Noite a 03.08.2010 às 21:10

Azevedo Neves.

És um tenrinho, e pela pinta andas por aqui pela surra, armado ao pingarelho no papel de Abrantes de serviço, na escova ao atrasado mental do Coelho, para ver se te calha em sorte a mama, se a ascárida de venta pontiaguda a quem lambes o olho do recto chegar ao poleiro, para mal dos Portugueses.

Sendo tu um aníso enfeitado à imagem dos que por cá andam em jeito de praga, és no entanto especial pela pequena massa encefálica e pela pouca densidade do recheio da tua cabeça, ao que os cornos até te fazem jeito como contrapeso, não fosses tu saír a flutuar estrada fora !

Mas escuta bem imbecil, vê lá se enquanto te pões a jeito, o Coelho não trata de ti à moda do Intendente e acabas a escrever as crónicas da tua desgraça em algum pasquim da trampa, ou se continuas a juntar as letras aqui na latrina, vai-se a ver, e os cornudos borracholas que te fazem companhia aqui no vidro de Petri ainda te ficam com o lugar de Abrantes de serviço em São Bento, e tu aqui, agarrado à pila e a assobiar para o lado...

Põe-te fino ó gabiru, e diz à tua mulher que chego às 11 !
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De Em defesa do Azevedo Neves a 04.08.2010 às 18:27

Apenas dizer que ele não pode responder. Está ocupado com a tua mãe, embora tenha sido pago a peso de ouro para cometer tal atrocidade
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De Anjo da Noite a 04.08.2010 às 19:20

Doem-te os dentes animal ?

És a mãe dele ? Ou o amigo ?

És picheleiro, tratas-lhe dos canos ? Estás aflito ?

Eu, Anjo da Noite, vou arrear em ti e em todos estes crápulas enfeitados aqui do esgoto, e de caminho, tratar das vossas mulheres carentes de tratamento falico, que se estiverem à vossa espera só de de lingua e dedo lá vão.

Aqui no Porto, já lá vão uns anos, havia um programa da rádio, de seu nome A Voz dos Ridículos, que às tantas pregava assim :

- Folga dedo, que amanhã vais pró folguedo !
- O mundo acredita e ri !
Folga dedo, que a tua mulher já tem quem a carregue.
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De Em defesa do Azevedo Neves a 05.08.2010 às 12:45

A minha imaginação não vai tão longe como a tua, portanto deixo-te apenas uma pergunta: como tratas tu, ó Anjo da Noite, das mulheres carentes de tratamento fálico, se é sabido que os Anjos não têm sexo?
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De Em defesa do Azevedo Neves a 05.08.2010 às 12:48

E já agora, "de caminho" acrescento apenas mais isto: além de não terem sexo, tens também sorte de os anjos não terem costas, senão, além de carruagem de comboio ainda acabavas a fazer de locomotiva.
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De NunoFCouto a 05.08.2010 às 12:50

Não te insinues a mim ó azêmola, de caminho andas a ver se também chega para ti ?

Olha lá se a tua mulher também é mãe de filhos que são meus !

Mas não te amofines muito, tenho aqui um sombrero que deve ser mesmo à medida da tua cabeça.
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De Anjo da Noite a 05.08.2010 às 12:52

pronto descobriu-se a careca, é o que dá comentar com dois nomes...

Aqui como é para a brincadeira ninguém leva a mal.

Aproveito o interregno para louvar a iniciativa, é melhor que ir ao estádio.
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De PR a 05.08.2010 às 17:56

Eu estava a tratar da defesa do azevedo neves. foi engraçada a troca de ideias, pá!
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De maria joao nunes a 03.08.2010 às 21:17

És um Miguel Abrantes
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De Corin Tellado a 03.08.2010 às 23:20

Senhor Afonso:
O senhor nunca há de ver esta carta, nem eu a hei de ver segunda vez porque estou tuberculosa, mas eu
quero escrever-lhe ainda que o senhor o não saiba, porque se não escrevo abafo.
O senhor não sabe quem eu sou, isto é, sabe mas não sabe a valer. Tem-me visto à janela quando o senhor
passa para a oficina e eu olho para si, porque o espero a chegar, e sei a hora
que o senhor chega. Deve sempre ter pensado sem importância na corcunda do
primeiro andar da casa amarela, mas eu não penso senão em si. Sei que o senhor
tem uma amante, que é aquela rapariga loura alta e bonita; eu tenho inveja dela
mas não tenho ciúmes de si porque não tenho direito a ter nada, nem mesmo
ciúmes. Eu gosto de si porque gosto de si, e tenho pena de não ser outra
mulher, com outro corpo e outro feitio, e poder ir à rua e falar consigo ainda
que o senhor me não desse razão de nada, mas eu estimava conhecê-lo de falar.
(cont.)
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De Corin Tellado a 03.08.2010 às 23:21

O senhor é tudo quanto me tem valido na minha doença e eu estou-lhe agradecida sem que o senhor o saiba.
Eu nunca poderia ter ninguém que gostasse de mim como se gostasse das pessoas
que têm o corpo de que se pode gostar, mas eu tenho o direito de gostar sem que
gostem de mim, e também tenho o direito de chorar, que não se negue a ninguém.
Eu gostava de morrer depois de lhe falar a primeira vez mas nunca terei coragem nem maneiras de lhe
falar. Gostava que o senhor soubesse que eu gostava muito de si, mas tenho medo
que se o senhor soubesse não se importasse nada, e eu tenho pena já de saber
que isso é absolutamente certo antes de saber qualquer coisa, que eu mesmo não
vou procurar saber.
Eu sou corcunda desde a nascença e sempre riram de mim. Dizem que todas as corcundas são más, mas eu
nunca quis mal a ninguém. Além disso sou doente, e nunca tive alma, por causa
da doença, para ter grandes raivas. Tenho dezanove anos e nunca sei para que é
que cheguei a ter tanta idade, e doente, e sem ninguém que tivesse pena de mim
a não ser por eu ser corcunda, que é o menos, porque é a alma que me dói, e não
o corpo, pois a corcunda não faz dor.
(cont.)

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