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Perplexidade

por Francisco Mendes da Silva, em 07.01.11

Vi a entrevista do candidato José Manuel Coelho a Judite de Sousa com uma perplexidade: como é que Francisco Louçã foi apoiar um candidato do partido da situação quando tinha ali na Madeira uma pessoa disponível para o combate e com as suas exactas ideias políticas (basicamente, que a maioria dos políticos e dos empresários são corruptos)?


comentários

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De Ora essa! Era só mais o que faltava! a 08.01.2011 às 00:02

O candidato é uma força da natureza.
É um AJJardim revilharista.

O ar prazenteiro, gozão e aqueles rodriguinhos de tratamento antigo - são impagáveis.

A liga dos últimos (votados) que se cuide: temos artista!
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De Herr Frederick a 08.01.2011 às 00:09


O único candidato que tem um programa politico e um objectivo, ao contrário dos outros que são solidariamente responsáveis pela bancarrota do país e a entrega dos portugueses como penhor mercantil à agiotagem financeira.

Será que estes «monárquicos» têm a força deste homem ilhéu e que equivale aos conjurados de 1640?
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De Eleitor a 08.01.2011 às 00:30

O Coelho ao menos tem um programa, uma ideia para a campanha: chamar os bois pelos nomes. Se cumprir a promessa de não largar o irrelevante Cavaco, a campanha ainda se pode tornar interessante, nem que seja por ter alguma piada.
Perante o vazio de ideias, a petulância e auto-convencimento do Professor Silva e a inconsistência do poeta, ao menos vamos poder rir um bocado.
E convém não esquecer que o Coelho é a voz do povo real: o que ele diz é o que pensa muita gente (mesmo que acabe a votar no Cavaco).
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De Eleitor a 08.01.2011 às 00:35

E já agora - com exclusão da ideia de que é o mais competente, o mais honesto, o mais... - qual é a mensagem política do Cavaco. À parte dizer que vai cumprir a Constituição, ainda estou à espera de saber qual é (abandonou a ideia de salvar o País graças à sua sabedoria que utilizou na campanha anterior?)
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De A. R a 08.01.2011 às 01:01

Quando se queixa dos políticos engravatados estando ele engravatado e quando fala para as paredes confirmou que é um case study psiquiátrico.


O Alberto João é um santo para aturar este emplastro.
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De Herr Frederick a 08.01.2011 às 01:35


Este A.R. é um idiota chapado.

Quem é a cabeça da piovra na Madeira?

E quem são os responsáveis pelo esbulho e saque nacional, aqui no Continente, desde os regimes sinistros do cavaquismo ao socratismo?

Como é alguns que vieram para a politica com zero no bolso e  algumas dívidas, estão agora ricos e milionários, depois de passarem pela politica?

Digam-me como é?

O Madoff ao pé da corja que nos andou e anda a roubar é um anjinho!
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De Anónimo a 08.01.2011 às 03:56

que tristeza de blog, quem o viu e que o vê...
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De Tuga Sorna y Choné a 08.01.2011 às 12:43

A certa altura pensei que a entrevista nem sequer fosse chegar ao fim, que saísse repentinamente do ar, ou algo do género!
Mas depois a jornalista conseguiu habilmente mudar o tema da conversa, do ataque ao sistema político podre nacional, para o ataque apenas dirigido ao Dr. Alberto João Jardim e ao contexto da Madeira. Um hábil e discreto trabalho de manipulação!



 

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