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uma maioria, um governo, um presidente. (II)

por Carlos Nunes Lopes, em 16.01.11

De acordo com Alegre, esta concentração de poderes numa única área política seria muito perigosa para o país, um dia, num cenário condicionado por inúmeras variáveis e com enorme imprevisilibidade.

Contudo, se por ventura Alegre vencesse as eleições presidenciais, operando a última acção de concentração de poder na área socialista e bloquista, logo a partir de 23 de Janeiro, então aí o país já ficaria a vencer.

Tudo isto se passa na cabecinha de Alegre, claro.

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De Jorge a 16.01.2011 às 10:47

A História avaliará a personalidade de Sócrates, e , provavelmente, chegará a uma conclusão que tarda em ser posta a descoberto, não só pelos psiquiatras como pelos mais iluminados deste pobre País como Manuel Alegre. Este homem (Sócrates) é um recalcado e, como tal, tornou-se um psicopata obcecado pelo poder, tal qual Hitler. Será sem qualquer pingo de pudor que levará este país ao desfalque total, ele sabe que já pouco mais tem a perder e sabe também que o povo português é ingénuo. Também já domina a certeza de que o povo prefere ouvir boas mentiras que más verdades e assim, mente, mente todos os dias e em todas as circunstâncias. O povo gosta e dá-lhe votos! Este homem é maquiavélico, o seu percurso de vida até aqui, deve ter sido cheio de recalcamentos, agora é chegada a hora de começar a mudar. De acabar com as maldades deste psicopata.
Ainda tenho fé que no dia 23 de Janeiro o povo abrirá os olhos e vai ter lucidez suficiente para distinguir o trigo do joio. Aí começará o principio do fim daquele que foi o pior Primeiro-Ministro desde o reinado de Dª Maria II.

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