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uma maioria, um governo, um presidente. (II)

por Carlos Nunes Lopes, em 16.01.11

De acordo com Alegre, esta concentração de poderes numa única área política seria muito perigosa para o país, um dia, num cenário condicionado por inúmeras variáveis e com enorme imprevisilibidade.

Contudo, se por ventura Alegre vencesse as eleições presidenciais, operando a última acção de concentração de poder na área socialista e bloquista, logo a partir de 23 de Janeiro, então aí o país já ficaria a vencer.

Tudo isto se passa na cabecinha de Alegre, claro.

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comentários

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De O pastor a 17.01.2011 às 10:13

´Jorge,és um doente. No Julio de Matos está lá gente que não diz as tantas barbaridades. Um blogue,não deve ser palco para as nossas frustações e tu és efectivamente um frustado. Quem se exprime desta  forma merece compaixão. telefona-me que eu arranjo-te um Psi para dares melhor rumo à tua vida.Perdoa Senhor que o Jorge não sabe o que diz.

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