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Inquérito público sobre o "aqui há gato que mia no MAI"

por Luís Filipe Coimbra, em 27.01.11

Qual destas chapeladas considera a mais apropriada para o gato abstencionista? 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Herr Frederick a 28.01.2011 às 00:18


Já que o Sr.Presidente não deu no dia 23 as explicações que todos estavam à espera, pelo menos, e em face das graves irregularidades com os cartões de cidadão, que convoque o Conselho de Estado e declare nulas as eleições.
Ou isto é o Zimbabué?
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De Jose a 28.01.2011 às 07:44

O Socas já devia era ter aprendido com o amigo Chavez e considerar nulas as eleições, já agora passava a governar por decreto e não se andava a perder tempo com camuflagens nem julgamentos falsos. (O povo não se importava mais uma vez).
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De Ricardo a 28.01.2011 às 11:00

Declarar nulas as eleições porquê? Querem novas eleições, é? Vocês são sádicos, já não bastava a malha que levaram e ainda querem mais. Tenham calma, ainda este ano, vão ser novamente espancados.   
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De Herr Frederick a 28.01.2011 às 00:30


No post há um gatinho pró-comuna com uma estrêla vermelha ou será um conhecido holligan sérvio do «Estrela Vermelha» de Belgrado?
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De Rxc a 28.01.2011 às 09:15

@ últim@ tem um "je ne sais quoi" de Miguel Vale de Almeid@, não acham...?
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De Ricardo a 28.01.2011 às 10:29

Ainda há por aqui aziados? Ainda tenho pastilhas para oferecer.
Eu voto no bichano 5! Condiz mais com o partido do pinóquio.
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De mil a 28.01.2011 às 17:03

O bicho da direita usa rosa -é ele o culpado!
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De pickwick a 28.01.2011 às 21:11

Consta, por aí, que o Director-Geral da Administração Interna (Paulo Machado) e o Director-Geral da Administração Eleitoral (Jorge Miguéis) pediram a demissão, na sequência de um pretenso escândalo que envolveu a impossibilidade – ou, pelo menos, uma grande trapalhada – de milhares de eleitores exercerem o seu direito de voto nas Presidenciais 2011.

Porque, ah e tal, da tromba de água.

Os dois pedem a demissão porque, ah e tal, fizeram asneira. Obviamente que ninguém, hierarquicamente acima destes, fez o arranjinho para que tivesse acontecido o que aconteceu. Obviamente.

Mas, entremos de pantufas no capítulo do insólito e da hipótese. Vamos lá!

Suponhamos que a trapalhada toda foi planeada superiormente. Suponhamos que foi uma jogada bem planeada, com efeitos previsíveis e de feição para o Governo Sócrates.

Suponhamos que este duplo pedido de demissão também fazia parte do plano, como que para limpar suspeitas a montante dos directores-gerais e arrumar o assunto com uma pintarola à campeão.

E por que raio haviam os dois de se deixar queimar desta maneira tão inglória?

Suponhamos que há um esquema de redistribuição de riqueza, favores e poleiros, dentro de uma comunidade grande (embora restrita), que permite que esta queimadela seja facilmente superada através de uns milhares de euros na conta bancária e de um percurso político-profissional jeitosinho.

Ou seja, suponhamos que os dois senhores directores-gerais se disponibilizaram para fazerem de bodes expiatórios desta trapalhada toda, a troco de uma quantia generosa de dinheiro, e de uns distintos poleiros numa qualquer administração – daquelas que parecem uma praga de coelhos, tal é a velocidade com que se reproduzem e enchem os campos.

Obviamente, as contas bancárias portuguesas são blindadas propositadamente, pelo que seria impossível verificar se isto é um “supúnhamos”, ou nem por isso.

Obviamente, os jornalistas portugueses estão estrategicamente impedidos de seguirem atentamente o percurso futuro destes dois senhores, pelo que um até pode vir a ser o manda-chuva da EDP e o outro da Águas de Portugal, que órgão de comunicação social algum dará conta disso.

Dentro destas suposições todas, é caso para dizer que estes dois senhores seriam bem apelidados de “bodes prostitutos”, isto é, que aceitam ser bodes expiatórios a troco de algo.

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