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o mundo que construímos

por Carlos Nunes Lopes, em 09.02.11

Augusta Martinho foi encontrada em casa nove anos depois da sua morte.

A GNR esteve à porta mas não entrou por falta de "autorização". As autoridades procuraram a "desaparecida" em todo o lado menos em casa. A nossas estruturas sociais e administrativas levaram nove anos a entrar em casa de Augusta Martinho.

Não foi a segurança social a encontrar a idosa naquela casa, nem um qualquer apoio domiciliário, como também não foram os vizinhos ou a família.

Mesmo ao fim de nove anos, o fisco conseguiu chegar primeiro.

 

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De écurioso a 09.02.2011 às 20:31

Na verdade o fisco foi lento mas chegou primeiro, porque se tratava duma velhinha sem importância… bem para o fisco era importante a habitação.


Fosse o caso de alguém poderoso que continuaria a se pavonear com o seu elegante Mercedes a divida prescrevia e tudo acabava bem como num conto de fadas em que as fadas são burros.

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De R a 09.02.2011 às 21:46

Arrepiante!
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De artur mendes a 09.02.2011 às 22:17

A qui está um caso que deveria fazer com que a GNR tapassse  cara de vergonha! ( infelizmente não a têm)
Fosse uma simples multa eles saberiam como arrombar a porta...VERGONHA!!! Para que servem os Bombeiros?
A Segurança Social? Cambada de canalhas!!!
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De Jose Domingos a 09.02.2011 às 22:40

É vergonhoso. Continuamos terceiromundistas, armados em novos ricos, saloios.
Já agora, os utentes dos transportes públicos, em altura de greves, já pagaram um serviço, que não têm.
Vão queixar-se, a quêm? Á Deco.
Quem é ques lhes devolve o dinheiro, já pago?
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De Saloio empedernido!!! a 10.02.2011 às 10:00

Meu caro peço-lhe desculpa, mas os saloios não são chamados para aqui! Na zona saloia provavelmente isto não aconteceria (na zona rural)!!! O problema é mesmo de terceiro-mundistas, novos ricos da CIDADE!!!
Porra, não meta os saloios ao barulho!!!
De alguém da Malveira, concelho de Mafra!
Orgulhosamente saloio!!
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De Anónimo a 09.02.2011 às 23:26

Essa é a prova que em Portugal é a demência do Estado e no Estado que impera e o estado a que isto chegou não vai ficar por aqui, é preciso que algo mais grave aconteça para que a letargia dê lugar ao alvoroço e à inquietação. A Dívida Soberana não para mais e aproxima-se perigosamente do ponto de não retorno e do estouro, e assim se chega ao fim da Soberania.
De que serviu tanta eleição: um Presidente um Governo e uma Assembleia da República se ninguém se entende nem se respeita, nem respeitam o tal Povo que os colocou lá bem no Alto a ... em cima de nós.
...
...
- Hei, tu aí, és filho de quem?
- Oh sim, eu sou filho de  ...
- Ok, então toma lá esta cartinha e vai ter com ... depois voltas e vais para ali e ficas quietinho a receber 4 mil Euros e com cartão Premium Gold, e tu ai quem és?
- Eu sou filho do Zé Tibúrcio da ti Felismina do ti Manel da Abrunheira do Casal do Rato de Alguidares de Cima e tenho este serviço de replicador e arrumador de arquivados e dossiês replicados já arrumados.
- Ah ok, então a partir de hoje ficas dispensado do serviço e levas esta cartinha à segurança social para pedires um subsídio de desemprego.
- E quando se acabar o tempo de subsídio posso voltar.
- Talvez mas para um posto e categoria inferiores à que tens hoje.
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De Mig31 a 09.02.2011 às 23:59

Os mortos não contraem dívidas!
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De O Homem D'ontem a 10.02.2011 às 02:31

a culpa é da velha. se tivesse um emprestimo por pagar nao tinha acontecido
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De ze a 10.02.2011 às 09:36


A segurança Social ja está a investigar o caso... pois foram 9 anos de pensões pagas sem que o beneficiário estivesse vivo... agora eles ja devem intervir... agradecem às finanças o alerta.
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De Rui Carlos Gonçalves a 10.02.2011 às 10:58

"Não foi a segurança social a encontrar a idosa naquela casa, nem um qualquer apoio domiciliário, como também não foram os vizinhos ou a família.Mesmo ao fim de nove anos, o fisco conseguiu chegar primeiro."


Diria antes que foi o fisco o único com poder para arrombar a porta...
Pelo que li no Público, uma vizinha e um familiar tinham participado o desaparecimento, mas esses nunca puderam arrombar a porta.
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De Bordalick a 10.02.2011 às 12:03

Vou deixar de pagar impostos; pelo menos durante nove anos não me vão bater à porta.

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