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espantoso

por Alexandre Borges, em 24.03.11

Bastou um dia. Um. Ainda não há data para as eleições, a demissão do governo ainda nem foi formalmente aceite, e o PSD já perdeu a face nos dois maiores pecados que poderia apontar ao PS: querer resolver à crise à custa do aumento de impostos e não ter palavra.


comentários

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De mrm a 25.03.2011 às 04:20

E quantas são as famílias (filhos e netos) de funcionários/pensionistas públicos que são sustentadas pelos salários/pensões dos pais e/ou avós? Com 1/3? dos portugueses a depender directamente do estado, como dizia o outro, é só fazer as contas.
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De O Homem D'ontem a 25.03.2011 às 21:35

se bem percebi, é aceitavel o estado dispender milhares de euros em remuneraçoes injustificadas por curriculo ou resultados porque os filhos do bimbo decidem que nao querem trabalhar?
se eu ganhasse o euromilhoes tambem sustentava os meus filhos e amigos, mas esse dinheiro seria MEU.
e se a sua logica se verifica, estou certo que essas pessoas, alem da mesada do patriarca, ainda recebem os subsidios de desemprego ou de inserçao social.
e se bem compreendi a sua logica, entao um marmelo que va para um tacho do estado nao foi para lá por curriculo (que nao seria novidade) mas por caridade, porque tem uma familia muito grande para sustentar. e o estado é tao porreiro que ainda lhes da audis a todos. depois é esperar que o estado funcione.
meu amigo, siga o exemplo daqueles a que se refere e faça um favor á sua familia: mate-se.
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De mrm a 30.03.2011 às 03:22

Entendeu-me mal. Só quis alertar para o facto da economia portuguesa depender fortemente do estado/funcionalismo público. Todos os cortes nas remunerações que se fizerem vão afectar o funcionamento de milhares de empresas de serviços cujo maior cliente é o estado e/ou os funcionários públicos (ex. restaurantes, creches, empregadas domésticas...).  Por mim todos os funcionários públicos só seriam contratados por concurso público e a contratos de 3 a 6 anos com renovação possível somente após avaliação independente e pública e mediante necessidade de funcionários. Em Portugal estas medidas que têm que ser tomadas vão ser muito difíceis de realizar devido à dimensão do estado português e à mentalidade dos portugueses.
E há muitas famílias jovens , cujos progenitores estão a recibo verde ou com salário mínimo, que dependem do apoio dos pais/avós, funcionários públicos, para o pagamento de despesas básicas de alimentação, saúde e educação. Olhe à sua volta e vai encontrar umas quantas. Eu não pertenço à função pública, não dependo do estado para sobreviver nem tenho tendências suicídas e sou um elemento muito útil à minha família. Mesmo assim preocupo-me com as condições de vida dos portugueses que vão ser muito afectadas, para pior, nos próximos 20 anos.

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