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espantoso

por Alexandre Borges, em 24.03.11

Bastou um dia. Um. Ainda não há data para as eleições, a demissão do governo ainda nem foi formalmente aceite, e o PSD já perdeu a face nos dois maiores pecados que poderia apontar ao PS: querer resolver à crise à custa do aumento de impostos e não ter palavra.


comentários

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De mrm a 30.03.2011 às 03:22

Entendeu-me mal. Só quis alertar para o facto da economia portuguesa depender fortemente do estado/funcionalismo público. Todos os cortes nas remunerações que se fizerem vão afectar o funcionamento de milhares de empresas de serviços cujo maior cliente é o estado e/ou os funcionários públicos (ex. restaurantes, creches, empregadas domésticas...).  Por mim todos os funcionários públicos só seriam contratados por concurso público e a contratos de 3 a 6 anos com renovação possível somente após avaliação independente e pública e mediante necessidade de funcionários. Em Portugal estas medidas que têm que ser tomadas vão ser muito difíceis de realizar devido à dimensão do estado português e à mentalidade dos portugueses.
E há muitas famílias jovens , cujos progenitores estão a recibo verde ou com salário mínimo, que dependem do apoio dos pais/avós, funcionários públicos, para o pagamento de despesas básicas de alimentação, saúde e educação. Olhe à sua volta e vai encontrar umas quantas. Eu não pertenço à função pública, não dependo do estado para sobreviver nem tenho tendências suicídas e sou um elemento muito útil à minha família. Mesmo assim preocupo-me com as condições de vida dos portugueses que vão ser muito afectadas, para pior, nos próximos 20 anos.

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