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De quem será a culpa?

por Nuno Gouveia, em 15.04.11

Parcerias Público-Privadas vão custar €59,6 mil milhões.

 
Numa altura em que o spin socrático, coadjuvado por boa parte do aparelho mediático deste país, tenta criar um clima eleitoral em que a governação socialista não seja avaliada, é importante mostrar os factos. Hoje é consensual que as parcerias público-privadas foram negócios ruinosos para o Estado português. E quem é que as realizou?


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De hummming a 15.04.2011 às 04:18

«Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual. Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.»
http://desmitos.blogspot.com/2011/04/os-verdadeiros-factos-da-campanha.html

Mas há mais:

Um país de rabo entre as pernas
http://impertinencias.blogspot.com/2011/04/um-pais-de-rabo-entre-as-pernas.html
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De Anónimo a 15.04.2011 às 09:44

Quando o Nuno exibe um gráfico de PPP nos diversos governos, quer tão-só indicar as PPP feitas pelos Governos?
Não quer falar das PPP feitas pelas diversas autarquias (e apontar as cores políticas das ditas) em cada um desses governos?

Era capaz obter um resultado interessante.
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De aaa a 15.04.2011 às 10:12

Mais interessante que o número de PPPs é o valor que nos vão custar.
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De Bernardo a 15.04.2011 às 14:24

Bom, isto parece-me uma análise um pouco superficial...
Primeiro parece-me normal que quando mais tempo se governe, mais PPPs tenham sido criadas. Têem duvidas que se o PSD lá estivesse estado nestes últimos anos o cenario teria sido diferente?... É que o problema é a actual cultura política em Portugal, a obscena relação entre a classe política e uma grande parte dos "empresários". E isto já vem de longe.
As PPPs são instrumentos que podem ser extremamente úteis (como o são normalmente em paises civilizados); o problema aqui é conjugar uma classe política incompetente, com uma classe empresarial sem nível.
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De jorge a 18.04.2011 às 18:22

Este argumento é muito giro. É do tipo, se estamos vivos é porque não estamos mortos. 
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De Anonimo a 19.04.2011 às 00:41

Cavaco 2, Socas 50... uma abada.. nem no futebol se contestaria isso... e quanto à duração do jogo... O Cavaco não teve por lá assim tão pouco tempo...
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De Anónimo a 16.04.2011 às 01:21

NOS SUPERMERCADOS TODOS OS PRODUTOS PORTUGUESES COMEÇAM POR "560" NO CÓDIGO DE BARRAS, CLARO!
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De Anónimo a 18.04.2011 às 22:32


nem sempre....

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