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O exemplo de Balsemão

por Vítor Cunha, em 13.04.07
A notícia está no «Correio da Manhã» de hoje: «Balsemão deu licença a união gay - patrão da SIC dá dias previstos na lei a casamento homossexual de pivô». Na pág. 48 o tema é desenvolvido.

Independentemente do que possa pensar-se sobre o «casamento», ou união civil entre pessoas do mesmo sexo, o País é um manto de preconceito, má-língua, e um território de generalizado desconforto com a diferença. Neste caso, Pinto Balsemão, sem precisar que o Estado o obrigue, dá o exemplo. Um funcionário da SIC quis «casar» com alguém do mesmo sexo e a administração concedeu-lhe a «licença» de casamento. O precedente está aberto. E Balsemão fez história porque soube interpretar como ninguém o sentido dos tempos.

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comentários

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De truta a 13.04.2007 às 18:33

Bem me parecia que a SIC era das TV´s mais para a FRENTEX... e não é que pelo menos um já lá têm?Que tal uma campanhazinha para o tipo não se sentir sózinho?
E lésbicas não têm?
Afinal o capitalismo pode surpreender... ultrapassando até as ilgas e &
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De Paula a 13.04.2007 às 18:38

É bom saber que há quem esteja disposto a desbravar caminhos e a dar o exemplo. Fantastico.
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De anonimo a 13.04.2007 às 19:04

E lá continua o sr . Vítor Cunha na mesma senda. Primeiro elogia o "Eng." Sócrates num artigo na revista atlântico, depois critica aqui neste blog (quase a espumar de raiva) contra o CDS de uma maneira que nem as mulheres utilizam quando se criticam umas ás outras pelas costas e agora para abrilhantar a coisa elogia o bilderberg " Balsemão por interpretar o "sinal dos tempos".

Brilhante!
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De Vítor Cunha a 13.04.2007 às 21:33

Amigo anónimo: é bom ter um leitor atento a todas as coisas que vou escrevendo. continue por cá. e diga-me quem é que acha que eu deva elogiar ou criticar - pode ser que assim nos encontremos. beijos do seu

vc
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De João Gomes a 14.04.2007 às 04:55

Caro Vítor,

Concordo com o elogio feito a FPB e consequentemente com a atitude do mesmo. Só não posso concordar com o facto de isto ser um exemplo de que o estado não deve regular esta matéria. O casamente é um instituto do direito cívil, sobre forma de contrato, como tal deve ser regulado e isso cabe ao estado como é óbvio.
Nem todos os homossexuais trabalham na SIC e muitos são aqueles que não têm o direito de usufruirem da licença de casamento. Para reforçar a minha posição, gostaria de lhe lembrar que no campo dos direito sucessório existe uma grande discriminação a estes casais.

Cumprimentos,

João Gomes
http://aquelaopiniao.blogspot.com

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