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Agora vem lá o mau.

por Carlos Nunes Lopes, em 04.05.11

Teixeira dos Santos explica amanhã, pela 9h, as restantes condições do Memorando de Entendimento que Sócrates assinou com a troika.

O intervalo do Real Madrid- FC Barcelona só tinha 15 minutos...

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comentários

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De JUÍZO FINAL a 04.05.2011 às 22:57

 Indignai-vos! Stéphane Hessel Indignai-vos! Mais ainda! Com este Primeiro-Ministro já não há indignação que chegue.
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De José Manuel Silva a 04.05.2011 às 23:30

Mea culpa: eu, eleitor e a circum-navegação política do meu Não sei em que tipo de país acordarei a cada dia que passa rumo às próximas eleições legislativas. É um tomo inteiro de Vagabundo dos Limbos de aurora a crepúsculo.</p>Aliás, mea culpa...!
Deixei de querer saber por uns anos. Optei por não querer saber.

Desiludido com o meio político na era pós-jota, dediquei-me ao meu umbigo. E não quis saber quem governava.

Nesse sentido, o facto de actualmente vir aqui uma troika, a meu pedido - sim, o 1º Ministro representa a minha pessoa - após pedir-lhes ajuda e definir, de forma participada pelos políticos que eu elegi para representar a minha voz, o que terei de fazer para pagar a ajuda que eu pedi, é em quota parte da minha responsabilidade.

Porque não quis saber.

Porque deixei que outros decidissem em maior número quem é que vai governar o meu esforço, o meu suor, o meu rendimento, aquilo que posso dar e deixar aos meus filhos.

Porque tenho um 1º Ministro, que me representa, capaz de ardilosamente montar uma novela à volta de tudo aquilo que eu, ao votar, permiti que ele fizesse tanta má opção, opções dispendiosas, caras demais para o meu bolso, que é o orçamento dele, aprovado pelo meu voto - neste caso, com o meu "não voto."

E agora sou eu que pago. Eu acabei de prejudicar os meus filhos, porque há 16 anos que não quis saber e deixei o meu destino na mão de quem foi votar.

Por tal, não posso escusar a minha pessoa da minha responsabilidade. Não nesta hora! Não agora! Não mais!!!
Chega!

A pessoa que eu quero que me represente como 1º Ministro não pode ser alguém que anos a fio, dia a dia, simplesmente dizia uma e fazia outra e no dia seguinte trocava as voltas.

A pessoa que eu quero que me represente como 1º Ministro não pode ser alguém que tem o descaramento de aproveitar-se da nossa paixão pelo futebol e fazer propaganda eleitoral, pago pelos meus impostos, para querer fazer de nós todos asininos, apregoando que ELE tinha conseguido um bom acordo.

Ele, que afirmou que não pediria ajuda externa, que não governaria com o FMI aqui, que Portugal não precisava tanto de ajuda como OUTROS queriam fazer crer.

Ele, José Sócrates, que afirmou que não haveria despedimentos, cortes, reduções, carga e sobrecarga no orçamento das famílias portuguesas.

ELE conseguiu um bom acordo? Esperem lá...vamos dizer isso em Português vox populi: "Ó pá...prontos eu sei que fiz asneira, até demais, que faz com que agora vos obrigue a todos a fazer uma vaquinha comigo e entrar com a vossa parte para limpar as asneiras. Mas não se preocupem, eu dou-me bem com os gajos e vou conseguir o melhor negócio possível...deixem comigo que safo isto ainda para o nosso lado, aliás ainda consigo convencer os eleitores adeptos da bola e da novela de que isto foi tudo já pensado por mim, para nos safarmos!"

Desculpem o brejo de tom, mas o brejo da atitude e falta de carácter que ele, José Sócrates, provou, de publicamente, enquanto representante de todos os Portugueses e às minhas expensas, vir mentir, descaradamente, em manobra de marketing eleitoral capaz de aproveitar-se dos mais básicos instintos de selvajaria intelectual, querendo fazer do povo Português colectivamente ignorantes, só prova a falta de escrúpulos, desesperada tentativa de salvar a cara...porque o resto já se foi.

E agora é ver esse mesmo actor energúmeno de dedo em riste e punhos cerrados, com a cara zangada exclamar: "Portugueses, temos de trabalhar! Empresários, precisamos que se empenham ainda mais nas nossas exportações, temos de lutar com mais força para vencer esta crise!"

Mas de quem é a real responsabilidade da situação em que o meu querido Portugal se encontra?

Quer dizer, José Sócrates e o seu desgoverno levaram isto à bancarrota e agora a sua máquina eleitoral, tentando controlar desenfreadamente a opinião pública, quer nos fazer querer que só ele é que pode salvar Portugal.

Dito de outra forma, ele é o remédio para a nossa doença - a panaceia miraculosa, porque tanto o antibiótico como o vírus são a mesma pessoa: José Sócrates!

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De Jose Manuel SIlva a 04.05.2011 às 23:33

Não!
Não mais!
Eu tenho na minha mão a opção de dizer ACABOU!
Eu, portuguesmente orgulhoso e que acredito no meu país, na nossa capacidade de trabalhar, produzir, gerir e ser governado com as minhas receitas e despesas.
Deixei os outros decidir quem governasse...eis a minha factura: 78 mil milhões, mais juros!
Permiti que, possivelmente, a década de infante dos meus filhos seja marcada pelo triste, resignado e dorido: "Filha, filho, não podemos...!"
Mas hoje, EU posso fazer com que ELE, José Sócrates, pague o preço dele!
Eu, eleitor...está na mão de cada um de nós apontar o dedo certo a quem cometeu tanto erro seguido e que seja castigado!
Eu, eleitor, endividado à custa de outros, pagante da factura que delapidou o meu Portugal!
Eu, eleitor, chamo a mim a responsabilidade de querer saber quem me governa e como.
Eu, eleitor, não quero mais este José Sócrates nem o PS.

Eu, eleitor, voto Pedro Passos Coelho, voto PSD!
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De Lisboeiro a 05.05.2011 às 10:40

Quem escreve assim, deve fazer parte do lote,para estar a defender para Portugal a vitoria de um "moço de recados" que além do mais não é honesto. O que se passou com o telofonema/ conversa,demonstra a falta de caracter do seu lider preferido para entregar portugal aos privados.O Povo, como tem bom senso, não vai na sua conversa.

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