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Discordo

por Jacinto Bettencourt, em 06.05.11

caro João, tanto da conclusão como do próprio raciocínio, que aliás toma a questão por lógica. Se me permites uma analogia com o princípio jurídico da indivisibilidade da confissão, se queres invocar as declarações e posições da troika/Comissão/BCE/FMI na parte em que as mesmas se mostram favoráveis às posições do governo (aqui e aqui, por exemplo), tens logicamente de as aceitar não parte em que lhes são desfavoráveis. Por outras palavras: se entendes que tais declarações e posições ratificam a posição optimista do governo e desmentem o catastrofismo de outros, não podes rejeitar o facto de as mesmas confirmarem também o argumento de grande parte da oposição, banqueiros, etc., que afirma que o pedido de ajuda devia ter sido submetido há mais tempo.

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