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e se prendessemos os juízes?

por Rodrigo Moita de Deus, em 12.05.11

Esta decisão judicial é extraordinária.

Mulher grávida acusa psiquiatra de violação. Tribunal dá como provados os factos mas conclui que ela estava mesmo a pedi-las. Tribunal explica que, tecnicamente, abusar de uma mulher grávida não é bem uma violação. A pobre senhora saiu do tribunal e ainda teve de pagar as custas judiciais. No fim do dia ninguém vai preso. Nem sequer os juízes. Ironia das ironias. O único juíz do colectivo que vota contra a absurda decisão dá pelo nome de Papão.   


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De scriabin a 12.05.2011 às 23:16

"nova corrente de neo-jurismo" e "estado a que isto chegou"?  Prevejo aqui uma corrente indignada deste tipo, de malta que acordou agora. Meus senhores e minhas senhoras (os que têm menos do que trinta anos, os outros não precisam que os elucide), a tese do "ela estava mesmo a pedi-las" e da responsabilização dos homens pela violação ou maus tratos a mulheres, em geral, não é neo nada, nem chegou agora. É coisa antiga. Quantas sentenças e acordãos antigos quereis, com coisas deste tipo? 

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