Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Bom de ler

por Laura Abreu Cravo, em 16.04.07
"Expliquei ao João, pacientemente, que a opção do Orelhas assenta numa concepção deontológica da moral, constitutivista, que, embora cheia de valor filosófico, pode tornar pior a vida das pessoas e insurgir-se contra teorias mais liberais como as que são defendidas lá em casa. Que, de um ponto de vista consequencialista e utilitarista (no bom sentido, claro), o Orelhas teria feito uma opção claramente ineficiente, ao atribuir um benefício a quem não o valorizava, e que, como tal, dele não retirou qualquer utilidade, privando da mesma quem efectivamente valorizava ser o primeiro (todos os outros brinquedos). Por outras palavras, o Noddy ficou na mesma e pelo menos um brinquedo ficou pior do que poderia estar. O Orelhas não procedeu a um movimento de Pareto. Além de que se me escapar a moral deontológica da coisa. O Orelhas bem nos podia ensinar algo para além da sua moral paranoica de que é absolutamente errado e insensato querer ser o primeiro a liderar um cortejo de brinquedos."
In 7 fontes, por MDUS.
Porque, por uma ou outra razão, já todos nos esbarrámos com o Noddy pelo menos uma vez na vida. O post em questão, do qual reproduzo acima apenas um excerto é das melhores coisas que vi escritas sobre o assunto. 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

Sem imagem de perfil

De Jo a 16.04.2007 às 19:22

Então parece que o Marques Mendes, na biografia parlamentar, diz que é advogado e afinal o tipo não está inscrito na ordem de advogados?!

Então mas não foi este que disse "que era uma falha de caracter fazer-se passar pelo que não se é?"

Nota: Um advogado é uma pessoa licenciada em Direito e autorizada pelas entidades competentes (em Portugal e no Brasil, a Ordem dos Advogados) a exercer a profissão de advogado in wikipédia

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.





subscrever feeds