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Para o João Miranda e LR toda a despesa pública se conta em "érre-tê-pês". A medida X vale meia RTP, o imposto Y equivale a 4 RTP, e por aí em diante.

 

Para estes bloggers, a primeira e única medida simbólica é a privarização total, absoluta e imediata da RTP. Nada deveria sobrar. Nem serviço público a contratar com privados, nem arquivo a preservar, nem canal internacional ou regional a emitir ou, sequer, trabalhadores a indemnizar. Tudo tem de ser imediatamente alienado, para as contas (os tais 300 milhões/ano) darem certas.

 

Isto só mostra que a questão é ideológica -a  privatização blitzkrieg ou Atlas revolta-se - e não orçamental.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De o anão gigante a 03.07.2011 às 05:55

Este <i>post</i> é profundamente lamentável, tristemente cego.

Privatizar totalmente empresas de sectores estratégicos da economia, com custos para o consumidor e lucros para quem as adquirir, pode-se.

Privatizar empresas que dão lucro ao Estado e vão aumentar a despesa dos utentes pode-se.

Privatizar a RTP, porque diminui o bolo da publicidade do tio Balsemão, não se pode. Bonito. Gosto deste neoliberalismo de direita.

Está retratado aqui:

http://oanaogigante.blogspot.com/2011/06/as-caracteristicas-do-neoliberalismo.html

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