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Para o João Miranda e LR toda a despesa pública se conta em "érre-tê-pês". A medida X vale meia RTP, o imposto Y equivale a 4 RTP, e por aí em diante.

 

Para estes bloggers, a primeira e única medida simbólica é a privarização total, absoluta e imediata da RTP. Nada deveria sobrar. Nem serviço público a contratar com privados, nem arquivo a preservar, nem canal internacional ou regional a emitir ou, sequer, trabalhadores a indemnizar. Tudo tem de ser imediatamente alienado, para as contas (os tais 300 milhões/ano) darem certas.

 

Isto só mostra que a questão é ideológica -a  privatização blitzkrieg ou Atlas revolta-se - e não orçamental.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De DBH a 02.07.2011 às 23:31

Caro Eduardo F.,

Claro que não concordo que a RTP possa ser "uma máquina despudorada de serviço do poder".

Mas também não aceito que quem andou a sugerir que o governo anterior tentou pôr uma estação privada ao seu serviço - caso PT-TVI - venha agora dizer que em mãos privadas essa tentação de controlo não existiria...

Em que ficamos?

Ao menos na RTP existem dois órgãos de regulação (provedor e conselho de opinião), relatórios de cumprimento de serviço público, supervisão parlamentar, etc.

É muito dinheiro? É, tem razão.

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