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Uma agência de rating europeia? Apoiado. Não vale a pena termos agências independentes, que ainda por cima sustentamos e protegemos da concorrência, se elas não fazem o seu papel. E o papel das agências não é analisar os riscos de incumprimento dos países devedores. É fechar os olhos a esses riscos porque amigo não empata amigo.

 

O Banco Central Europeu, aliás, é um bom exemplo de camaradagem – e a Moody’s devia por os olhos no sr. Trichet, que todas as semanas lá vai rasgando mais uma regra da casa para continuar a aceitar o lixo (colateral) dos países insolventes.

 

Uma verdadeira agência europeia, de preferência financiada e regulada pelo nosso amigo Trichet, seria uma instituição compreensiva e democrática, que convidaria cada estado-membro a atribuir a si próprio uma notação financeira. A coisa oscilaria entre o ‘Somos os Maiores’ e um modesto ‘Cá nos Vamos Aguentando’. Derrotismos é que não. E se o leitor pensa que um tal cenário seria o descrédito da zona euro e, ironicamente, um reforço da credibilidade das agências independentes, um pedido: por favor, não agoire.

 

João Pereira Coutinho


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Tabanca de São Bento a 10.07.2011 às 03:14

ESTA É DE BRADAR AOS CÉUS!

Não é suposto que em Belém se nasce e vive regradamente?

Como ?

Era onutra Belém e noutros tempos!



45 mil euros por dia para a Presidência da República.



As contas do Palácio de Belém



O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano

(163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a
cada português.

Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus

12 assessores e 24 consultores,

bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência
da República.

A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de
dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões
e benefícios aos antigos presidentes.

Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da
República colocam Cavaco Silva

entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa,

gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros



Bem prega Frei Tomás. Faz o que ele diz, não faças o que ele faz.
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De Anónimo a 10.07.2011 às 12:43

...mas Há que distribuir os sacríficios, voçês não percebem!
Não é as riquezas é os sacríficios.


ah e já agora é preciso manter tudo na mesma (para alguns), e a RTP também.

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