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Não é a season que é silly: é mesmo ele.

por Nuno Miguel Guedes, em 28.07.11

O papa sociológico da esquerda utópica, o inefável Sousa Santos, concedeu uma entrevista à Visão. Começa-se a ler como uma brisa de Verão - ou seja, nada é relevante - até se chegar à página 41 e depararmo-nos com esta extraordinária frase, como resposta a uma pergunta da jornalista sobre os paises da periferia da Europa:«Podemos ser preguiçosos, podemos não saber como nos governar, mas não matámos 6 milhões de judeus». Não há ironia, metáfora ou alegoria. Só mau gosto e uma profunda estupidez. 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Mena Matias a 28.07.2011 às 17:57

Sobre este senhor Boaventura, o melhor mesmo é ler-se o livro do cientista Manuel Baptista, este um verdadeiro cientista e não um fazedor de frases, no qual destroça totalmente o dito cavalheiro deixando-lhe o trabo ao léu, digamos assim.
  Mas o mais importante é que, fazendo trabalho sério e pedagógico nessa palmatoada, desmascara por tabela outros que na altura se colocaram ao lado de Boaventura, como o inefável Eduardo PC - o que era de esperar.
 Boaventura seria um caso de galhofa, se neste país não se desse o caso de certa gente ser tomada a sério não sei porque desvairadas razões.
 RIP.
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De BMonteiro a 28.07.2011 às 21:25

É isso  Mena Matias.
O meu antigo professor de Física, comentava em tempos, num jantar na AM, da mania de agora tudo e todos se afirmarem da Ciência, cientistas.
Como vemos frequentemente nos OCS, em referência a politólogos, sociólogos & Cia.
Com o 'camarada' BS, é a mesma coisa.
Prosápia e água benta, cada um toma a que quer.
Nada a fazer, já que em democracia é complicado mandá-los calar.

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