Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Tags:


comentários

Sem imagem de perfil

De Jorge a 08.12.2011 às 21:54

Não se compreende, ideologicamente este PS, e de uma forma geral toda a esquerda, são uma cambada de vigaristas e caloteiros que acreditam que o dinheiro é algo de intrinsecamente maléfico e que quem empresta é que é o criminoso. Pois bem não existem almoços à borla e financiamentos gratuitos ao desenvolvimento dos países.


 


Por que livro estudou Sócrates e que mestres em economia teve? Claro que é possível um país administrar uma dívida permanente, por contrair empréstimos fundamentais para o desenvolvimento. Mas o endividamento tem limites e deve ser inteligentemente gerido. Será que Sócrates tinha a noção clara da capacidade do aparelho produtivo nacional criar riqueza? Tinha a noção da evolução do saldo negativo das transacções correntes, da taxa de crescimento do PIB e da sua evolução? Tinha a noção do endividamento público, do endividamento das empresas públicas e do seu agravamento constante? Será que estava consciente do endividamento externo, da dívida soberana? Se tinha foi criminoso e deve ser tratado como tal. Se não tinha, é um completo ignóbil convencido de uma pseudo-inteligênciaa assente na ignorância.


 


 

Sem imagem de perfil

De Ana Isabel Valente a 09.12.2011 às 15:34

Qual foi o mestre de economia do Sócrates? Provavelmente o mesmo de Inglês Técnico e das outras cadeira que ele fez ao Domingo...
Sem imagem de perfil

De Pedro a 08.12.2011 às 22:30

A Sofia ainda não percebeu que a economia doméstica não é o mesmo que a economia de um estado, e que um estado não vai saldar todos os meses a sua dívida ao merceeiro do bairro: ó senhor Manuel, devo-lhe cem euros este mês, aqui tem os cem euros. Isto será muito difícil de entender? 
Sem imagem de perfil

De KTVCI a 09.12.2011 às 10:45

E o sr. Pedro (ou menino Pedro, dependendo do seu eventual e/ou oficial estado de virgindade) ainda não percebeu que negociar o pagamento de uma dívida (porque as circunstâncias se alteraram e já não se está em condições de cumprir as "prestações " como dantes), não é sinónimo de não pagar a mesma dívida, como se, pura e simplesmente, a mesma nunca tivesse existido.
Quem empresta dinheiro não o faz por caridade ou estupidez. E se o emprestou,  foi com alguma garantia de não ficar totalmente a perder com o "negócio" (não há almoços grátis...).
Até uma criancinha de 5 anos ou uma reles dona de casa, percebe isto, mas está-se mesmo a ver que "iluminados" como Sócrates e este sr. Pedro -  que, decerto, queimaram as pestanas, na Universidade Independente, a estudar aquela "bíblia" de Ciências Económicas intitulada "Não se Paga, Não se Paga" de Dario Fo - já estão num "plano superior" que o comum dos mortais não atinge.
Como se não bastasse ainda vêm desculpar-se com o Obama a ver se legitimam as disparatadas declarações de Sócrates.
E pensar que este fulano foi PM deste país por 2 mandatos sucessivos e um deles com maioria absoluta. Donde se prova que isto é mesmo um país de loucos (além de ordinários, estúpidos, racistas, homofóbicos, cobardes e porcos) e desgraçado de quem não fugiu daqui a tempo...
Sem imagem de perfil

De Pedro a 09.12.2011 às 23:34

nenhum estado salda a sua dívida, homem. vai-se pagando com empréstimos contraídos noutros lados. Não se paga "a" dívida. Conhece algum estado sem dívida? Ou você acha que o estado tem um prazo de pagamento da sua dívida como nos bancos, ou como na mercearia ao fim do mês? Se você não sabe isto, pouco sabe.
Sem imagem de perfil

De Pedro a 08.12.2011 às 22:33

Já agora, quer a Sofia informar qual é a data, mês, dia e ano, em que o Obama vai saldar a dívida astronómica que herdou dos Bush e do Reagan? Vai ao gerente do banco e entrega o último cheque, quando, exactamente ;)
Sem imagem de perfil

De ALGARVE a 09.12.2011 às 00:08


"Os 800 pilotos da TAP têm um salário médio bruto de 8.600 euros mensais e o aumento de nove por cento exigido pelo SPAC faria subir esse valor para os 9.600 euros"jn
Nada mau.Mas mesmo assim,pelo sim  pelo não mais vale fazer uma greve.Sempre dá para fazer as compras do natal.Normalmente quem ganha muito tem pouco tempo disponivel,é um dilema...todos passamos por isso..
Sem imagem de perfil

De João. a 09.12.2011 às 01:17

Antes de ir ao banco com o video do Sócrates não se esqueça de transformar-se num Estado-nação.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 09.12.2011 às 01:51


"...foi aquilo que eu estudei durante... tempo." 
Sem imagem de perfil

De Luís Vintém a 09.12.2011 às 08:32

Os agentes económicos individuais do sector das famílias têm um
“ciclo de vida” assumidamente finito e, por isso, a sua capacidade de
gerar rendimento regular é normalmente temporária, correspondendo,
grosso modo, à sua vida activa. Por isso, não podem funcionar
permanentemente em dívida (…) Com as empresas, o Estado e o País como um
todo (i.e., o agregado da Economia Interna), o processo é diferente.
Não existe um horizonte temporal limitado para a sua existência, pelo
que o planeamento financeiro da sua vida é diferente do caso dos
particulares. Desta forma, é razoável assumir a sua existência como prospectivamente infinita, pelo que é também razoável que funcionem saudavelmente com endividamento permanente, que vai sendo periodicamente renovado, e sem que haja a expectativa – temporalmente definida – de que tal endividamento venha a ser totalmente pago.
(Vítor Bento, Economia, Moral e Política, 2011, pp.79-80 )
Sem imagem de perfil

De KTVCI a 09.12.2011 às 23:14

Ahhhhhh!...
E suponho que pelo facto de que:

 "é razoável assumir a sua existência como prospectivamente infinita, pelo que é também razoável que funcionem saudavelmente com endividamento permanente, que vai sendo periodicamente renovado, e sem que haja a expectativa – temporalmente definida – de que tal endividamento venha a ser totalmente pago."

isso seja uma espécie de sinal verde, para que nos endividemos cada vez mais e pior. Mesmo que não pudéssemos escapar a um estado de endividamento permanente,  qualquer pessoa, com um mínimo de senso comum, perceberá que esse endividamento só se manterá permanente (estável), se não se tornar crescente, que foi o que Sócrates conseguiu durante o seu governo. Ou será que mesmo com uma "existência prospectivamente (uau adoro este palavrão) infinita, vão continuar a emprestar-nos dinheiro indefinidamente, sem quaiquer garantias de reembolso, até que a dívida atinja o infinito?
Sem imagem de perfil

De KTVCI a 09.12.2011 às 23:30

Além do mais, depois das "cisões" na ex-Jugoslávia e na ex-URSS, p. ex,  será que é tão razoável assim "assumir a sua existência (dos estados) como prospectivamente infinita"?
As teorias são sempre muito bonitas, o pior é a prática...
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 11.12.2011 às 01:45

Se dúvidas houvesse que isto é mesmo um país de loucos (além de ordinários, estúpidos, racistas, homofóbicos, cobardes e porcos) este comentário de Luís Vintém veio dissipá-las por completo.

De facto este excerto de Vítor Bento (uma grande sumidade que foi substituir Dias Loureiro, depois do escândalo do envolvimento deste no caso BPN...) explica perfeitamente a razão porque chegámos ao estado que se demonstra a seguir:



Onde Portugal é campeão

Sinal de uma situação, provavelmente ainda mal digerida, Portugal surgia na primeira posição (neste caso, pela negativa) em três indicadores-chave: dívida externa total (tanto pública como privada) líquida (88,6% do PIB, contra 82,5% no caso da Grécia, 80,6% no caso de Espanha e 75,1% no caso da Irlanda); posição negativa de investimento internacional líquida (-111,7% do PIB, contra -95,5% de Espanha, -82,2% da Grécia e -75,1% da Irlanda); e dívida externa líquida das instituições financeiras monetárias, que reflecte o endividamento externo líquido do sector bancário (50,1% do PIB, contra 42,5% de Espanha, 21,5% da Irlanda).”

Fonte: Ricardo Cabral, “The Pigs’ external debt position” (Maio 2010)


Só não percebo é como é que países como a Suécia, p. ex., que não foram abençoados com sumidades como Vítor Bento, Ricardo Cabral, Galamba e quejandos, e tratam de pagar o que devem, sem utilizar teorias rebuscada para fugir com o rabo à seringa, estão em muito melhor posição que Portugal.

Pensando bem, desde que ouvi uma grande sumidade, que é professor universitário de Direito, pessoa respeitadissíma, conceituadissima e coisa e tal, num “Prós e Contras” a opor-se ao casamento entre homossexuais com o curiosos argumento que isso levaria à permissão dos casamentos poligâmicos, por causa dos bissexuais, só parando o seu “brilhante raciocínio” quando alguém teve a caridade de lhe explicar que os bissexuais sentem atração por pessoas dos dois sexos mas não necessariamente em simultâneo daí não haver qualquer relação entre bissexualidade e poligamia, deixei de me espantar fosse com o que fosse. É que argumentos contra os casamentos entre pessoas do mesmo sexo há-os por aí aos pontapés (independentemente da sua validade), uma tolice destas nem uma criancinha de 5 anos se lembraria de proferir

Olhem, nem vale a pena publicar estes singelos desabafos. Desgraçado é de quem não saiu desta piolheira enquanto ainda era tempo...

Comentar post