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outras vantagens de ser monárquico

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.01.12

Cavaco Silva disse ser o provedor do povo. O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é povo.

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comentários

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De Paulo Lopes Silva a 24.01.2012 às 10:25

Sem que seja apoiante do homem que neste momento representa a causa que atacam, o que mais é um representante de um povo senão uma parte do mesmo?
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De silva a 24.01.2012 às 10:33

Eles estão a pedir o que é de direito! Querem trabalhar! Querem o posto de trabalho que tão duramente mantiveram. O Estado deveria supervisionar estes processos, porque quem despede nesta circunstâncias usa as mais diversas clivagens para contornar a lei. Afinal, não será mais dispendioso para o erário público pagar subsídios de desemprego a estas pessoas?
Quem com responsabilidades, governativas e jurídicas está por detrás deste despedimento ilegal, que leva o estado a suportar o subsídio destes 112 trabalhadores.”
Farto de ver esta veemente denúncia, aqui já exposta aos Srs. Deputados. Esta mensagem via email, por parte de trabalhadores que foram despedidos sem apelo nem agravo do Casino do Estoril, mostra bem o que significa as leis laborais: letra morta, a falta de cumprimento das próprias leis do sistema.
Esta denúncia também demonstra que sem a determinação na luta contra as políticas reaccionárias do governo, estas situações propagam-se como faúlhas. Por isso façamos, explorados, em contrapartida que o combate contra o grande capital se intensifique, alastrando como o fogo numa floresta.
“Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos?
Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada fizeram mediante as provas que presenciaram.
Não gosto de ver o caos em que puseram este país, por irresponsabilidade, por falta de respeito, pelo cidadão nos casos da justiça que a civilização criou como valores para a igualdade.
Muitas das vezes, os nossos governantes não têm a capacidade de perceber para onde nos estão a conduzir ou não têm a coragem de assumir. Isso custa-me, porque há vítimas que estão a sofrer imenso.
Por má gestão, por causa de carreiras meteóricas.
Não posso deixar de condenar, todo o governante ou político, que pôs o seu trajecto individual e social acima do trajecto colectivo.
Podem não se importar com as palavras, mas o certo é que não deixa de ser egoísmo, egocentrismo, quase tirania.
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De aaa a 24.01.2012 às 12:05

Quando um Rei diz que é povo, comete a mesma asneira que Cavaco Silva. Revela alheamento da realidade e no fundo goza com todo um povo.

A situação do Rei, que desde o berço vive desafogadamente (para não dizer em luxo), sem qualquer preocupação com a comida na mesa, com a educação dos filhos, com o emprego futuro; não é comparável à situação dos seus subditos. Tal como não é comparável a reforma dourada de Cavaco e os sacrifícios da maioria dos Portugueses.
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De Marco a 24.01.2012 às 12:41


Esta partiu-me todo!!!
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De p D s a 24.01.2012 às 18:49

Ganda LoLoLollllllooooolllll !!!!


a todos aqueles q dizem que o Cavaco é o melhor exemplo para dar  acabar com a Republica e abraçar de vez a Monarquia, só quero fazer uma perguntinha:


  - Então e se o Cavaco, fosse de sangue azul, e tivesse no trono, como Rei deste pais, por descendencia...acham deixaria de "olhar as vacas" por ser Rei ?


Obviamente, q o Cavaco é o melhor exemplo do porque é que a Monarquia é perigosa. È que sendo eleito, graças a deus tamos salvos pois já não pode cumprir mais nenhum mandato....


....se fosse Rei iamos ter de gramar as "dificuldades economicas" do sr. Silva por muitos mais anos.


Viva a Republica...pois q assim no limite só temos de Cavacar mais uns 4 anitos.


,o) !
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De Gonçalo a 24.01.2012 às 19:30

A observação faz algum sentido. E verdade seja dita que estas atoardas de Cavaco Silva, a propósito da sua insuficiência financeira, causam alguma mossa na confiança no regime republicano.
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De rei republicano/presidente monarca a 24.01.2012 às 21:50

Um dos principais problemas da monarquia é que se o rei for um imbecil, vai sê-lo para toda a vida, assim como todos os reizinhos que ele parir. O que é convenhamos, um pouco aborrecido...
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De Carlos Roberto a 26.01.2012 às 11:30

Essa se um rei ser "imbecil" é para toda a vida dá vontade de rir, a Rainha D.Maria I foi retirada do poder pelas Cortes por se achar que não tinha condições para reinar.
Cavaco pode ser o maior imbecil do planeta mas ninguém o consegue tirar de lá a não ser o Supremo Tribunal de Justiça e só no caso de Crime comprovado, Cavaco pode estar doente que não sai do poder e temos de o gramar ... ou seja por muito que tentem tornar a republica perfeita Cavaco contesta o paradoxo da mesma lol
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De Carlos Roberto a 26.01.2012 às 11:34

A Assembleia da República não tem poderes para destituir um Presidente, um Parlamento numa Monarquia Constitucional como as que temos na Europa tem poderes para destituir um Rei !
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De Carlos Roberto a 26.01.2012 às 11:32

E já agora por causa de vivermos num Regime Republicano o FMI não entrou mais cedo em Portugal, devia ter entrado em Maio de 2010 mas as eleições presidenciais atrasaram tudo ! Nada mais do que ler aqui.
Nós os monárquicos agradecemos a Cavaco por diariamente ajudar a desmontar o paradoxo republicano.
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De Goncalo a 27.01.2012 às 15:40

E termos por rei um Cavaco Silva? Alguém consegue imaginar 40 anos (no mínimo) disso?

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