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Querido líder

por João Ferreira do Amaral, em 25.02.12

Revelou toda a sua coragem e o seu espírito democrárico ao permanecer no cargo de coordenador, depois do povo ingrato ter tido a desfaçatez de mandar para o desemprego metade do grupo parlamentar do BE.

Com o seu grande talento para dar lições às massas, vem agora exortar o povo a usar da mesma "coragem" para "despedir a troika". Ou seja, prescindir do dinheiro para pagar salários dos funcionários públicos, pensões, etc. e acabar com os bancos. Enfim, ficarmos uma espécie de ... coreia do norte.

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De beirão a 25.02.2012 às 19:06

"Coragem e sensatez para despedir a troika", exorta o 'padreca' Louçã. As coisas bizarras e tontas que esta criatura se lembra de dizer, e, o pior, é que de cada vez que o 'chefe' do mini-BE arrota (com aquela bocarra retorcida achando que é irónico) uma sandice, lá  está logo a 'querida' comunicação social esquerdóide a apaparicar a criatura e a fazer de caixa de ressonância do dito cujo.
Continuo a perguntar: não haverá neste pobre país um jornalista, a sério, que pergunte a estes Louçãs, Jerónimos, Tozés, enfim, à esquerdalhada em geral, estes sacanas irresponsáveis (que afundaram o país e o levaram à bancarrota), aonde se vai arranjar dinheiro para os salários e as pensões, se a btroika se chateia e nos manda ir pentear macacos para a China?!
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De ó home o $ fabrica-se... a 25.02.2012 às 19:51


temos papel e pasta de papel à barda, podemos reciclar o plástico para fazer moedas, que o cobre tem de se ir vendendo pra comprar laranjas e queijo came ãberto ...que com a falta diágua nem queijo em idanha, nem pernil de borrego pascal

assis é só imprimir notas de 1000.000 louçãs 20.000.000louçãs
e 100.000.000 louçãs e usam-se essas notas decoradas com as fuças de todos os educadores da classe operária para cortar a trunfa no barbeiro e pagar os impostos
as notas de 1000 milhares de louçãs  poderão ser usadas para limpar o cu ou acender lareiras com lenha verde (no caso de ainda chover no ano da graça de nosso Arnaldo Matos...ou Mao TSe Tuga...de 100 e tal depois dele
Podem-se vender as notas maiores como recordações aos turistas que nunca tenham visto nota com tanto zero
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De venho informar sua senhoria a 25.02.2012 às 21:26

que pelo menos tem um fã...(juro pelas alminhas que nã sou yo...que nã sou nem fã nem tenho fanum de predilecção...)
 
De Nuno Gaspar a 23 de Fevereiro de 2012 às 19:35
É preciso agradar a quem nos empresta dinheiro e é preciso que os actores políticos estejam em condições de criar confiança aos seus representados. Tomemos dois exemplos: A situação económica actual foi prevista com rigor, minúcia e correcção pelo Professor João Ferreira do Amaral. As suas reservas à moeda unica foram ignoradas por muitos dos decisores no activo. Por outro lado, um dos principais responsáveis pela cavalgada à rédea solta dos bancos, envenenados pelo juro barato, foi Victor Constâncio. Nada fez, nada disse, que trouxesse prudência aos mercados financeiros. Não pode ser. Quem fez mal as contas à primeira tem mais probabilidade de falhar à segunda do que quem acertou. Se falam em simbologias, é um mau sinal premiar quem errou e não prestigiar quem estava certo. Professor Ferreira do Amaral ao BCE. Já!
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De se até os zimbabuezianos conseguem a 25.02.2012 às 21:31

produzir papel higiénico na forma de notas

e os americanos idem (mas vendem-no só a milionários é o mark thing)

nã vamos nós con kista dores do mundo e do além

o alarme tá a tocar deve ser mais um em busca de moeda forte ...

que nã con seguimos ultrapassar esses principiantes

logo ó beirão tende fé...que notas nunca nos hão-de faltar

talvez falte é a energia eléctrica mas descanse
imprime-se à mão..

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