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a praia enquanto teoria económica

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 4

 

Aparentemente, metade das Caraíbas é privada: mansões de estrelas pop só acessíveis por barco, praias onde só entra quem as comprou e respectiva família, hotéis faraónicos que se estendem por meia ilha. Na esplêndida St. Thomas, no entanto, todas as praias são públicas. Excepto uma: a melhor. Megan’s Bay está no top ten das melhores praias do mundo. Há poucos anos, era livre; depois, passou a ser cobrada uma entrada de dois dólares; agora, pedem-nos quatro. Em troca, garantem que ali não entram motos de água nem música alta e proibem gritarias e histerismos afins. Não é mau negócio. Mas, se continuarem a subir o preço, vão ter de oferecer mais qualquer coisa. A Pamela Anderson como nadadora-salvadora, talvez.


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