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Leio que o Secretário de Estado das obras públicas contratou uma jurista com experiência em obras públicas. Que trabalhou nesta área. Experiência, imagine-se o escândalo. E o PS criou hoje o assunto. Claro. Os governos do PS provam que não é preciso ninguém que saiba do que está a falar para negociar seja o que for.

 

PS: É uma parvoíce. O país que se queixa que não há pessoas de qualidade na política e nos gabinetes, que os lugares são ocupados por boys, é o mesmo país que depois aponta o dedo quando alguém tem mesmo experiência na matéria. E a regra é válida para tudo o resto. Apontam o dedo a Luís Patrão porque saiu do Turismo de Portugal para ir trabalhar numa empresa ligada ao turismo? Claro. Depois de tantos anos no turismo ia trabalhar em que área? Metalomecânica? E o dedo apontado é terrível. Porque o dedo não verbaliza, não acusa, só suspeita. Antes verbalizasse.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De José Andrade a 15.03.2012 às 04:46

Tenho seguido com assiduidade o que por aqui, neste seu blogue, vai vertendo.
Hoje tomo a liberdade de participar com um comentário, ou melhor, uma opinião. E a minha opinião sobre trajecto, politico de Luís Patrão, é, de facto, o melhor exemplo de como a incompetência e a desonestidade, quando se tem amigos, até passa por ser uma qualidade, para não dizer uma mão cheia de virtudes. Não sei, mas pelo que aqui escreve Rodrigo Moita, fico com a convicção, de que não sabe, nem conhece o trajecto desta personagem, que apresenta como exemplo.
 É de facto uma parvoíce falar do que não se sabe, ou não se quer saber.  O percurso do senhor que Rodrigo Moita acarinha e defende como sendo uma pessoa passível de ser um bom exemplo para aqueles que apontam o dedo aos afilhados partidários e boys afins, é, no mínimo, além de incompetente e desonesto, um crápula. E também um cobarde. Vai uma aposta?

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