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Depois do turismo religioso, turismo de desporto, turismo de saúde econturismo e outros, chega finalmente o turismo fascista. Proponho, desde já, um roteiro que podia começar na António Maria Cardoso e acabar no tarrafal.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De antónio maria a 16.03.2012 às 10:27

Salazar é como Amália, Eusébio ou o vinho do Porto: um icon nacional que só melhora com o tempo. E quanto mais tempo passar e quanto mais tempo se passar nesta coisa em forma de assim, que é o pós 25 de Abril, mais se verá o mérito e a superioridade da obra do mais notável filho de Santa Comba.
É a vingança da história que se serve gelada: Salazar, depois de morto, salva a sua terra, tal como em vida salvou Portugal!
Eu sei que estas coisas incomodam os URAP's desta vida mas nem só de Ché vive o homem.
A bem da Nacão somos, hoje e sempre, seus Salazar

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