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Òscar um assasino pouco inteligente

por Manuel Castelo-Branco, em 15.03.12

 

O Óscar fez uma revolução. Houve quem pensasse que o fazia pelo País. Engano. Rapidamente se tornou conhecido por emitir mandatos de captura em branco, discricionários e sem critério. O País generoso, perdoou-lhe as loucuras do PREC, mas logo Óscar achou que o poder era seu por direito e voltou a aterrorizar. Desta vez contra a democracia, com mais sangue e cobardia. Com o seu gang de revolucionários, Óscar assaltou bancos, e assassinou 17 pessoas e chantageou o Estado de direito.

O País foi novamente magnânimo e perdoou-lhe por algo, do qual ele nunca se arrependeu. Até o promoveu. Passou-lhe um salvo conduto vitalício,  o que lhe permite dizer as maiores atrocidades, ter eco na imprensa, sem que haja alguém a lembrar o seu cadastro.

 

Óscar não foi generoso nem tão pouco corajoso, foi muito pouco inteligente e nunca se retratou. Óscar continua a achar-se acima da lei. Já o Estado, não pode permitir que haja cidadãos, mesmo que  intelectualmente indigentes, mas não inimputáveis, digam atrocidades  e incitem a motins e revoluções.

 

Um Estado pequeno não implica que seja fraco. Mas, se a justiça não reage e não funciona, deixa fragilidades com marcas profundas e difíceis de curar.

 

PS. Óscar - Nome de código de Otelo Saraiva de Carvalho, enquanto líder operacional das FP-25 de Abril. Facto julgado e provado em tribunal. Entre os crimes de que foi  acusado e condenado, esteve o assassinato de 17 pessoas inocentes, de uma forma fria, brutal e cobarde. Apesar disso, Otelo foi promovido a Coronel, por proposta do Almirante Martins Guerreiro e despacho conjunto do Ministro da Defesa Severiano Teixeira e das Finanças Teixeira dos Santos, com uma indemnização três vezes superior, aquela que receberam as vitimas que assassinou.



lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Fábio a 15.03.2012 às 20:47

Uma filho-da-putice que ultrapassa tudo. Este merdas é que devia ser lidado no Campo Pequeno, com dois pepinos enfiados no cu e uma maçãzinha na boca. Ou isso ou julgado pelos seus crimes num tribunal.
O que pareça menos ficção, não sei.
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De o qué questa gente tem contra a 16.03.2012 às 01:25

a maior export nazional

só prá hollanda exportamos mães para esses filhos

que se esfalfam a travalhar prós filhos insultarem as ´mões

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