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Que a UMAR, depois de advogar a causa do aborto, resolveu abraçar a causa da natalidade;

Que a cidade de Lisboa está deserta;

Que não nascem crianças suficientes em Portugal;

Que gastámos milhões e milhões de euros em reformulações idiotas;

Que o Estado gasta mais dinheiro com a terceira idade que com a primeira idade;

Que não nascem crianças suficientes em Portugal;

Que os acordos da ADSE com o sistema privado acabaram com o SNS;

Que os portugueses preferem o conforto da CUF à excelência da MAC;

Que não nascem crianças suficientes em Portugal;

Que tecnicamente é preferível uma maternidade dentro de um hospital com o maior número de especialidades que uma maternidade isolada;

Que não nascem crianças suficientes em Portugal;

Que Lisboa está deserta;

 

um abraço,


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Carlos a 11.04.2012 às 12:58

Que conclusão tirar? Brincamos...
Haverá alguém que ainda pense que o fecho da Maternidade Alfredo da Costa é apenas uma medida política de planeamento das infra-estruturas de saúde obstétrica em Lisboa? E será que a decisão seria diferente se a Maternidade não estivesse localizada em 1 ha de terreno no centro de Lisboa?
Mais uma vez é preciso não esquecer o desígnio deste governo "ir ao pote"... 

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