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isto dos preços baixos é um ataque à classe trabalhadora

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.05.12

O país descobriu que existia um sindicatos dos trabalhadores do comércio. E o sindicato dos trabalhadores do comércio descobriu que o país descobriu o sindicato. Vai daí mais uma declaração. Agora para exigir uma intervenção do governo por causa do pingo doce. Já cá faltava o governo. Diz o sindicato que é "muito perigosa" a "guerra de resposta e contra resposta atraves de campanhas arrasadoras de preços". Campanhas que prejudicam o consumidor.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Marão a 04.05.2012 às 11:00

CAMPANHA ELEIÇÕES
Seria adequado reformular o conceito de abstenção não a confundindo com insondáveis razões de ausência nas urnas. Esta intransmissível, pessoal e inconfundível opção (querendo) merece e deve exigir a dignidade de voto validamente expresso com a criação de um campo (X) para esse efeito em cada boletim. Uma civilizada, consciente e ponderada escolha não deve ser obrigada a ficar na rua em vala comum de incertos, tanto mais que os nossos deputados na Assembleia da República apesar da disciplina partidária a que se submetem, para se abster tem que marcar presença.
Contudo, face ao modelo que vai vigorando, e para combater o alheamento da população na escolha dos seus representantes, adianto uma sugestão para debate, que consiste na criação de parcerias entre o Estado e fornecedores de bens e serviços, incluindo grandes superfícies de distribuição, para patrocínio de actos eleitorais, que envolveria sorteio de brindes e prémios a atribuir pela presença nas urnas. Por exemplo, oferta de porta-chaves e esferográficas para quem exerça o seu dever cívico, e por sorteio entre os cidadãos que marquem presença, em cada freguesia um rádio, em cada concelho um televisor, em cada distrito um carro, e como grande prémio a nível nacional porque não uma casa. Este tipo de campanha a favor do voto poderia ser complementado com a entrega de um talão de desconto que daria acesso a um cabaz de compras com abatimento apreciável em estabelecimento ou grupo participante identificado.
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De Algarve a 04.05.2012 às 19:10

As lojas de roupa tambem fazem descontos de 75%,o Continente tambem faz descontos de 75% e nunca vi a ASAE investigar nada.Parece-me mais dor de cotovelo ou de corno de alguem do que uma ilegalidade.Já agora,a ASAE grande zeladora por os interesses das pessoas,nunca os vi investigarem as sucatas que compram só material roubado para depois venderem.Querem nomes das sucatas?Em Faro são todas e a maior receptora de material roubado é a AMBITRENA,uma empresa altamente certificada a nivel nacional não sei como mas é.
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De Luís Oliveira a 05.05.2012 às 11:20

Nos bens essenciais não me acredito que seja possível "destruir o mercado" por via do dumping ... mas no que toca a bens não essenciais feito de uma forma sistemática é uma forma óbvia de destruir uma marca ...

... mas isto sou eu a falar que não sou da classe média baixa nem tenho acções da Jerónimo Martins.

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