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Eu que não sou de intrigas I

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.05.12
Não sei o que será pior. Se uma jornalista que dá 32 minutos para um ministro da republica responder a perguntas, se um ministro da republica que tem 32 minutos para responder à jornalista.

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comentários

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De ó grande e poderosa moita maior que Deus a 20.05.2012 às 02:19

até o grande deus Lima Duarte Lima fez con fissão e numA explosão esplenderosa libertou-se do universo prisional en que os deuses indignados o tynham posto

con fissão divina é força mayor que a bomba hydrogénica

veja o exemplo de seu rey D.Juan mea culpa mea culpa mea maxima culpa gosto de montar em éguas alheias quando caço elefantes mas juro pelas alminhas que nunca mais me apanham em fotographia

Um ministro com 32 minutos é um minuteman com 32 ogivas ou um minutemen com 31 minutos de corda?
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De Anónimo a 20.05.2012 às 17:28

É preciso muito cuidado.

Ainda está bem presente os acontecimentos que levaram à demissão de Manuela Mora Guedes, do jornal de sexta-feira da TVI. O tempo ainda não fez esquecer o que se passou entre o semanário Sol e o governo de então. Isto para não falar noutras intimidações e pressões inclusive os processos em tribunal a jornalistas pelo delito de opinião. Que sempre resultaram na absolvição dos jornalistas mas que custaram dinheiro, empenho e muita da segurança que a profissão exige.
É um sinal muito grave quando um governante intimida um jornalista de modo a privar os cidadãos dum dos mais básicos direitos que a democracia confere. O direito a informação. Esse governante não tem a partir desse momento condições para desempenhar qualquer cargo público ou politico numa sociedade democrática. Pela simples razão que esse é um direito inalienável numa sociedade livre e democrática. E existem processos legais para que a verdade seja reposta no caso de ofendido. Por mais que custe a quem defenda a privação de princípios quando impostos pela sua cor politica. Isto não é um simples jogo de futebol onde nos é permitido ser obtusos e estúpidos. Isto é a negação do sistema democrático. Não pode ser tratado por ânimo leve. E de uma vez por todas temos que aprender a escolher e decidirmos que não estamos dispostos a ser cúmplices destas atitudes.
«Relvas terá dito que, se o jornal publicasse a notícia, enviaria uma queixa à ERC, promoveria um black out de todos os ministros em relação ao "Público" e divulgaria, na Internet, dados da vida privada da jornalista».
A ser verdade esta comunicação, do conselho de redação do jornal Publico, configura-se uma atitude de ingerência e intimidação a uma jornalista onde se recorre até a uma forma que se pode definir por chantagem. * Extorsão de dinheiro ou favores com ameaça de escândalo ou outras .consequências. nefastas, no caso de negativa. Quando ameaça colocar na net, dados privados da vida dessa jornalista. Neste caso ainda outra pergunta de impõe. Aparecendo as dúvidas sobre a novela das secretas onde foi o ministro buscar esses dados sobre a vida privada da jornalista?
Não tenho a mínima dúvida que neste caso é imperioso demitir o ministro. Em caso contrário corremos o risco do avolumar da censura e na sua ritualização.
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De manuela mora adonde? a 21.05.2012 às 19:49

é a irmã de mora da outra de moura?

para os tripeiros agente nã é tutti mouro e moura?
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De guimaraes a 20.05.2012 às 22:48

pensando bem!!!!!

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