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não é preciso ser o vítor gaspar nem o álvaro...

por Alexandre Borges, em 25.05.12

 

...para pôr em prática medidas de crescimento económico.

Uma proposta simples, com a assinatura da Assoft.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Pedro a 26.05.2012 às 12:21

Ora nesta "análise pioneira", entra, no cálculo do pomposo "piracy rate" surge a diferença entre o software que uma máquina corre e o que FOI LEGALMENTE VENDIDO. Na máquina onde escrevo nenhuma peça de software me foi legalmente vendida. Portanto, segundo o estudo só estou a correr software pirata.
Sobre o apoio da microsoft, este vai bem alem do apoio...
https://www.microsoft.com/portugal/p...os.aspx?ID=415
"Para demonstrar o impacto económico da pirataria informática em
Portugal, a Microsoft encomendou à Universidade Católica – Centro de
Estudos Aplicados - o primeiro estudo aprofundado sobre o real impacto
económico da redução da pirataria informática software em Portugal,
designadamente ao nível da criação de novos postos de trabalhos, cujas
primeiras conclusões são esperadas para Fevereiro de 2012."

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