Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Dúvida

por João Ferreira do Amaral, em 07.07.12

A quem compete a fiscalização sucessiva dos acórdãos do Tribunal Constitucional?

É que este último parece-me ferido de irracionalidade.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

Sem imagem de perfil

De tric a 07.07.2012 às 13:01

irracionalidade !!??? sse fosse só o Tribunal Constitucional...a Assembleia da Republica ha um ano em funções e as parcerias publico privadas continuam na mesma...o Tribunal de Contas só serve para analisar os contratos Estatais passados quase 500 anos de terem sido elaborados...o Banco Portugal esse...irracionalidade é o próprio regime! então o Governo esse é próprio de uma irracionalidade...servem para os grandes escritórios de advogados fazer grandes negociatas com o Estado lesando os portugueses em milhares de milhões de euros...irracionalidade !!?? ter um rabi, como Ministro da Cultura de Portugal...ta tudo dito!!
Sem imagem de perfil

De JD a 07.07.2012 às 14:10

Na minha opinião "ferido de irracionalidade" porquanto foi conspurcado pelo seu comentário IRRACIONAL
Sem imagem de perfil

De Portuga Sofredor a 07.07.2012 às 17:07

Parece-lhe ! Não tem a certeza.

Deveria se o rei a fiscalizar, não era ?

O que vocês querem, sei eu...
Sem imagem de perfil

De Tortulho no escroto da política a 08.07.2012 às 02:35

O TC veio dizer: Portugal ainda é uma democracia e ainda há (pouca) lei.

Políticos, respeitem-na!
Sem imagem de perfil

De O Inconstitucional a 08.07.2012 às 11:47

Não é este tribunal que tem 13 juizes?
e sitematicamente 7 votam num sentido e 6 votam no sentido contrário?
Pessoas iluminadas e de excelência
O que dirão eles a isto:
- A lei só permite que os cidadãos que sabem ler e escrever possam tirar a carta de condução.
Onde está a igualdade?
Isto para não falar na norma que impede um cidadão menor de 35 anos a candidatar-se a Presidente da República.
Ainda bem que no ensino há igualdade constitucional pois o título de licenciado pode estar ao alcance de qualquer cidadão. Veja-se o caso de Sócrates, Vara e Relvas, p.e.

Comentar post