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Eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.07.12

No jornal de notícias. João Bilhim, que avalia os curriculos para as nomeações do governo, explica que um dos candidatos a administrador do metro do porto foi chumbado porque não tinha "experiência na gestão empresarial pública". Curioso critério. A esmagadora maioria das empresas públicas está falida. E João Bilhim explica que, para gerir empresas públicas, é preciso ter falido uma antes. Faz sentido.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Tiro ao Alvo a 10.07.2012 às 19:24

É preciso que alguém diga ao João Bilhim para estar calado. Que faça o seu trabalho e pronto. Que não dê explicações públicas - nós depois, pela qualidade das nomeações, apreciaremos o seu trabalho. O seu e o dos seus companheiros da Comissão. Sim, porque ele não manda só.
Digo isto por que também não gostei que dissesse, na apreciação que faz, que não olha para o nome dos candidatos. E eu acho que devia olhar para o nome e para a fotografia e para tudo. Só não deve é andar a falar para a comunicação social, justificando o que, por vezes, pode eventualmente não ser justificável.
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De Curioso a 10.07.2012 às 23:21

Bem observado.

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