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coisinhas simples II

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.07.12

Este sábado, no Expresso, lá vinha um manifesto contra a privatização da RTP. Mais um. O último era de 23 de Setembro de 2010 (a propósito do projeto de revisão constitucional do PSD). Eu gosto da RTP. Mas os manifestos continuam sem conseguir explicar para que precisamos de 12(!) canais de televisão e 15(!) canais de rádio para prestar um serviço público que pode ser contratado a privados. Estamos em 2013. O muro de berlim caiu em 1989. Faz sentido o Estado ainda ter um grupo de media?


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Xico da Areia a 10.07.2012 às 18:24

O Expresso com o Francisquinho é parte interessada na coisa.
Por isso aa orivatização da RTP não lhe interessa
O Chuquinho não dá ponto sem nó
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Já não basta dizer que a RTP SARL era privada no estado novo já velhote...era pertença de uma clique do regime assis como hoje é de outra clique e da maralha que lá travalha..
e do pessoal que vende con teúdos mante údos

Nacionalizada como as massas da Nacional ou o capitalismo Pupulacheiro da Torralta ...ache que nã foi nationalizada

o capitel chapitô voltou aos que a subsidiavam com as taxas de radiofusão e com os impostos para gáudio de uma élite de intelectualóides y de outros radialistas falsamente independentes da mama do estado

logo pouco mudou com a nacionalização
excepto que os ex accionistas continuaram a chupar a populaça como dantes e agora em maior estylo...

Devíamos era tê-la privatizado em 1975
e que pagassem os custos da bicha
tirando o estado da equação
poys foi o estado o parceiro que entrou sempre com o guito dos con tribuintes
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De Fascista, reaccionário a 10.07.2012 às 20:17

350 milhões de S.P.(serviço público) durante umas dúzias de anos, são apenas 35 euros por ano por português e isso é pago com os milhares de filmes e séries antigas (verdadeiras antiguidades) e novas que ninguém quer, mas alguém tem de as comprar.
Por estas pérolas e para ver as fuças e o nariz de malta trabalhadora da RTP desde os tempos da fundação da nacionalidade (algures em 1957) é pouco.
Aqui em casa 150% do pessoal só quer o gordo e o preço certo, também vemos o orelhudo que escreve livros intragáveis e lamentamos a morte do Artur Albarran e de outros tantos que se finaram ao nosso serviço.

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