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Eu que não sou de intrigas II

por Afonso Azevedo Neves, em 13.07.12

mas o tal de João Lemos Esteves que escreve isto no Expresso:

 

"...a sua vida pessoal, e por maioria de razão política, está cheia de episódios mal contados. Miguel Relvas não sabe ser sério na gestão dos seus asssuntos pessoais - logo, não sabe ser sério na gestão dos interesses de Portugal"

é um programa de spam, um robot acéfalo... certo? Provavelmente não. É capaz de existir, é capaz de ser produto da criação divina. Um ser, que infelizmente não será o único, que acha que isto é argumento que se apresente.

 

(e não, não leva link)

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Alexandre a 14.07.2012 às 14:18

Leio o blog há alguns anos, e concordo com muito do que dizem. Agora custa-me a compreender a defesa do chico-espertismo de Miguel Relvas neste assunto da "licenciatura". É inaceitável exigir sacrifícios à população (sacrifícios que deveriam ter sido feitos no tempo do Guterres, ou mesmo antes, quando tínhamos margem de manobra) e simultaneamente desvalorizar, em nome da solidariedade partidária, uma manobra que ainda que seja legal, é exemplificativa do muito que está errado neste país (a começar pela cultura de favorecimento pessoal, de cunhas, e da promiscuidade do poder político com o poder económico e não só). Acho uma vergonha. Não se podem criticar as novas oportunidades, ou a licenciatura domingueira de Sócrates, e apoiar Relvas neste assunto. E isto é dito por alguém de direita, e que por acaso até é monárquico. Agora não sou é cego.
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De Afonso Azevedo Neves a 14.07.2012 às 16:51

É verdade. É legal. Não se trata de uma ilegalidade, é criticável? Certamente. Agora, atente ao que postei. Eu apenas mostro que a critica é uma coisa, o histerismo teatral à procura de aplausos é outra.
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De Alexandre a 14.07.2012 às 19:28

Caro Afonso: tem alguma razão relativamente ao que escreve. O meu comentário foi mais um desabafo pelo que tenho lido no blog nos últimos dias relativamente ao caso Relvas, do que propriamente um comentário específico ao seu post. Eu por outro lado, continuo na minha: a lealdade é uma virtude, mas não se não olhar a meios e a valores. E por muito legal que seja a licenciatura de Relvas, é uma pedrada no charco de um governo que aparentemente pugnava pelo combate à corrupção e às certificações imerecidas da deseducação Socratista. Portugal tem sido estóico porque acreditou que os sacrifícios valiam a pena, quanto mais não fosse para poupar as gerações futuras de terem de passar pelo mesmo. E o Relvas descredibilizou tudo. E vocês, descredibilizam-se ao darem crédito a quem só o(s) teve, por favor maçónico, na Universidade Lusófona.

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