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concordo com...

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.09.12

...este post do Alexandre. Tens razão. O comportamento de Marcelo Mendes foi deplorável, incompreensível e indigno da melhor tradição tauromáquica portuguesa. Gajo rijo, mesmo rijo, tinha desmontado e resolvido o assunto a pé. 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De A. Santos a 04.09.2012 às 17:53

Senhor Moita:

No seu conceito de liberdade não cabe o direito de manifestação.
As diferenças de opinião resolvem-se à lambada e ao pontapé.
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De J.a. a 05.09.2012 às 06:02

Não sou eu que vou defender o 'Senhor Moita', mas este A. Santos, na ânsia de quer mostrar que sabe servir o que entende ser o seu direito, atrapalhou-se e, acabou trpeçando no Dever de respeitar o Direito dos que de Si discordam. Ou será que só existe o Direito de Liberdade e Manifestação para insultarem e agredirem os que não alinham nas suas ideias?
Se não gosta de cavaleiros, de touradas, tem tanto dierito a manifestar-se, como o Dever de respeitar os que gostam. E se discorda, por certo, como pessoa de bem, amante da liberdade, o que pressupõem o direito de se manifestar, deve também erigir o Dever de fazer respeitar, ou de respeitar, os que têm outros gostos. Por sinal, a maioria.
Trate do gato, que os toiros são, de à muito pela maioria dos portugueses, muito bem tratados.
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De A. Santos a 05.09.2012 às 08:59

Senhor J. a.
Se não quer defender o senhor Moita olhe que se safou muito bem. Espero que ele não se esqueça de lhe pagar os honorários.
Acho um piadão a estes tutores de serviço, sempre tão solícitos como vozes do dono.
Para não perder mais tempo, o senhor não merece, deixo-lhe no final deste o meu 1.º comentário no 1.º post sobre o assunto.
Espero que a sua inteligência dê para compreender a minha posição sobre os touros.

P. S. 1.º - Quando é que foi feito o Referendo sobre os touros para saber que a maioria dos portugueses apoia este espectáculo degradante e bárbaro? Que percentagem maioritária tiveram? Se são maioritários, porque razão desde há décadas, quando as touradas começaram a não corresponder aos valores prevalecentes na sociedade, não conseguem encher as praças? Apenas ultimamente, com as polémicas das (contraproducentes) manifestações antitouradas conseguiram encher as praças onde há essas manifestações, com pessoas que circulam permanentemente de um lado para o outro.
2.º - Se sabem tratar assim tão bem dos touros, porque os massacram daquela maneira bárbara?
3.º - Nunca se deu conta de que ao longo da história muitos hábitos sociais bárbaros (e muito polémicos) persistiram anacronicamente no tempo enquanto eram contestados por uns e defendidos por outros?
Sempre assim foi e sempre assim será.
Os autos-de-fé foram muito populares e frequentados no Terreiro do Paço até serem banidos porque a dado momento passaram a ser intoleráveis, continuando, no entanto, a ter defensores.
E a escravatura, e a violência doméstica (assunto privado até há pouco, entre marido e mulher ninguém meta a sua colher), e os maus-tratos infantis, etc., etc.

«Senhor Moita:
Não se assustaram com a presença de um animal, por sinal, dizem os entendidos, o mais inteligente de todos: o cavalo.
Veja-se as maravilhas de malabarismos que faz na equitação e até no toureio.
Mas ficaram muito assustados com a presença de outro, bastante irracional, logo muito perigoso: o senhor Marcelo Mendes.
E tratar um assunto daquela gravidade, obrigar um cavalo a passar por cima de pessoas que estavam sentadas, inofensivamente, a protestar só lembraria a Marcelos Moitas e a Rodrigos Mendes.
Veja o vídeo com os olhos bem abertos e sem as palas ideológicas e verificará que durante toda a sua duração há muita calma nos protestantes e nenhuma pedra arremessada.
Se as houve antes, e parece que sim, tal como pichagens num carro, isso é tão lamentável como a atitude do cavaleiro, mas muito menos grave e perigoso.
Eu condeno veementemente essas atitudes também, não tenho por elas a mínima complacência.
Declaração de interesses: Nunca participei nem conto participar em manifestações contra as touradas, nem a elas vou ou irei também, elas se extinguirão por si, tão anacrónicas que são como espectáculo.
Considero mesmo contraproducentes estas manifestações, pois vêm acirrar os ânimos e dar um último folgo a tão bárbaro e deprimente espectáculo.»

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