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graçolas sempre de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.09.12

Finalmente percebi a razão pela qual Paulo Portas marcou o Conselho Nacional para aquele sábado. Fechar Pires de Lima numa sala a tarde toda foi a maneira inteligente de impedi-lo de ir à manifestação contra o governo.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Dr. Relvas a 22.09.2012 às 17:01

Pedro Adão e Silva, O PODER NA RUA [hoje no Expresso]:
‘Chegados a este ponto, quando a situação económica se deteriora e o Governo está preso nas armadilhas que colocou a si mesmo (à cabeça, a ideia peregrina de “ir além da troika”), todos os cenários apontam para o fim político da coligação Passos/Portas: se o Governo inverter a trajetória, empurrado pela pressão da rua, são dados incentivos objetivos para que a contestação social cresça; se tudo continuar na mesma, o descontentamento continuará a crescer.

É-nos dito, com razão, que a democracia radica numa legitimidade formal e não pode cair na rua. O drama é precisamente esse: o primeiro-ministro foi à procura da rua e, no sábado passado, esta regressou a galope. Agora, já nada há a fazer. É apenas uma questão de tempo. No fundo, “a rua” sabe que este governo acabou, só não sabe quando é que vai ser removido.’

Agora sim, disse o PP. tá tudo P.h...odiddoooo

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